sábado, 30 de abril de 2011

Qual o "Dia do Senhor" de Apoc. 1:10?

Existe um verso bíblico que os advogados do domingo gostam muito de citar:

“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta…” (Apoc. 1:10).

Algumas traduções bíblicas trocam a expressão “dia do Senhor” por “domingo”, fazendo com que muitas pessoas se confundam, acreditando que o primeiro dia da semana já era considerado como “santo” por ocasião da redação do livro do Apocalipse, ou seja, antes do fim do primeiro século da Era Cristã.

Mas isso é um tremendo engano (pois as evidências histórias e arqueológicas já demonstraram que o sábado só foi substituído pelo domingo vários séculos depois, por ocasião da corrupção teológica introduzida por Roma)… engano este, ocasionado por falta de atenção ao texto original grego… ou mesmo por escancarada má fé por parte dos editores de tais traduções e/ou versões das Escrituras para a nossa língua. Prefiro, ainda, acreditar na primeira opção.

sábado, 23 de abril de 2011

TALMIDIM 101: Missão

Tempo de curar

Muitas vezes nos sentimos ansiosos, obcecados pelas posses e pelo poder. Esta é uma enfermidade do espírito. E precisamos de cura.

por Fritz Guy

Para refletirmos sobre o valor e o sentido do sábado, o melhor é começar no tempo do ministério de Jesus. Analisaremos seis incidentes relacionados com o sábado, no ministério terrestre de Cristo, e então, tentaremos mostrar como o sábado pode contribuir para a cura de algumas de nossas mais obstinadas mazelas espirituais.

sábado, 16 de abril de 2011

Mensagem - Amigos da Esperança

Em resposta ao amor

Todos correm para dar conta de suas atividades e o tempo parece voar. São tantos os atrativos, as necessidades, os deveres, os compromissos, os desafios, as metas a cumprir!

Como é fácil nos perder em meio a tantos afazeres e tirar os olhos das prioridades que permanecem e que realmente nos trarão paz, realização, senso de pertinência e aquele “algo mais” que buscamos.

A prioridade número um que está se perdendo com a falta de tempo é o relacionamento com Deus. Sem relacionamento pessoal, individualizado, não há conhecimento real, nem empatia, admiração, amizade, amor, respeito, compreensão. Não se sabe o que o outro gosta ou não.

A ESPERANÇA DA VOLTA DE JESUS – BENDITA ESPERANÇA

Texto: João 14:1-3

INTRODUÇÃO
Deus fez tudo perfeito, colocou o homem no jardim do Éden e lhe ofereceu uma vida plena e feliz! Um dia porém, o ser humano escolheu pecar, comeu do fruto proibido e o mal se espalhou por toda a humanidade. O pecado trouxe dor, sofrimento, separação de Deus e finalmente a morte. (Romanos 6:23)
Foi para resgatar o homem que Jesus veio a este mundo e morreu naquela rude cruz. Ele pagou o alto preço do pecado e com Seu sangue devolveu ao homem o direito de viver eternamente no Reino dos Céus.

PRIMEIRA VINDA
“Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou Seu único filho, para salvar a humanidade” (João 3:16). Havia somente uma forma de resgatar a você e a mim, e era através da morte de Jesus Cristo na cruz. Ele se tornou um de nós, nasceu neste mundo tenebroso com uma missão especial de pagar o preço do resgate. Depois de viver e ensinar por 33 anos, chegou a hora de se entregar para cumprir o plano da salvação. Ele foi traído por Seus amigos, preso, julgado injustamente e finalmente condenado à morte, e que morte terrível! Colocaram uma coroa de espinhos em Sua cabeça, rasgaram Suas roupas, bateram, cuspiram em Seu rosto. Quanta dor!
Colocaram a cruz de outro homem sobre Ele, e em seguida iniciou-se uma caminhada rumo ao monte do Calvário. Essa foi a caminhada da dor, do conflito, mas, também a caminhada da vitória, da vida e do resgate! Lá no Calvário, Jesus abre os braços, e, ao dar o último suspiro, se entrega para nos salvar. Foi numa sexta-feira, pouco antes do pôr-do-sol, que Ele cumpriu a missão e disse finalmente: “ESTÁ CONSUMADO!” A porta se abriu, o preço foi pago, o resgate efetuado, a salvação chegou! Ao terceiro dia, Jesus ressuscitou e dias depois retornou ao céu. Enquanto subia, fez a bendita promessa relatada em (Atos 1:9-11 e João 14:1-3)

sábado, 9 de abril de 2011

Clima sabático

Deus estabeleceu o sábado como memorial da Criação (Gn 2:1-3; Êx 20:8-11). Como esse dia especial foi criado antes do pecado e, portanto, antes que houvesse cansaço, entende-se que o descanso sabático tinha um significado, sobretudo, espiritual. Era uma pausa para adoração especial. Um dia de comunhão mais íntima com Deus – tão especial, que tudo o mais que podia ficar para outro dia era deixado para depois.

Há cem anos, Ellen White escreveu: “O sábado não deve ser empregado em consertar roupa, cozer o alimento, nem em divertimentos ou quaisquer outras ocupações mundanas. Antes do pôr do sol, ponde de parte todo trabalho secular, e fazei desaparecer os jornais profanos. Explicai aos filhos esse vosso procedimento e induzi-os a ajudarem na preparação, a fim de observar o sábado segundo o mandamento” (Testemunhos Seletos, v. 3, p. 20-22).

Em tempos de internet, é fácil passar por alto a recomendação de fazer desaparecer os “jornais profanos”. Mas o princípio permanece: guarde sua mente livre das notícias, das informações e das distrações, e mantenha o foco nas coisas de Deus. Ao checar a caixa de e-mails nas horas do sábado, lá poderão estar aquelas mensagens e propagandas nos convidando a abri-las. Verificando as novidades no Twitter, se formos seguidores de sites noticiosos, poderemos esbarrar em notícias que certamente “clamarão” para ser lidas. MSN, Facebook e Orkut podem representar o mesmo risco de perda do foco, caso a navegação e as conversas nessas redes e ferramentas conduzam para temas seculares, sem relação com a espiritualidade.

Assim, é preciso ser muito criterioso quando se navega na internet em dia de sábado, do contrário, podemos acabar com o clima gostoso planejado por Deus para Seu dia santo – clima esse que refrigera a alma e nos fortalece para enfrentar os desafios da semana seguinte, deixando claro que, na condição de criaturas, dependemos de nosso Deus para viver uma vida plena.

Michelson Borges

sexta-feira, 8 de abril de 2011

No Teu Altar - Melissa Barcelos


Terremotos, princípio das dores, fim ou começo?


Encontramos na palavra de Deus 15 vezes a palavra terremoto e mais quatro vezes a palavra no seu plural, terremotos. Essa palavra por si só já nos assusta não é mesmo? O aumento do número e da intensidade dos terremotos nos últimos anos deveria servir para sacudir também o íntimo dos seres humanos, para que se libertassem ainda em tempo de sua inércia espiritual. Estima-se que ocorram a cada ano cerca de 500 mil tremores em todo o globo, havendo quem fale até de um milhão de sismos, dos quais 100 mil são percebidos pelas pessoas com seus próprios sentidos e pelo menos mil causam danos.

 No Japão já se registrou, em um único fim de semana, uma cadeia de mais de 200 terremotos de intensidade leve e moderada. Conquanto muitos japoneses considerem isso como uma característica "normal" de seu país, todos esses sismos e também a movimentação dos 86 vulcões ativos do país são na verdade prenúncios de uma catástrofe gigantesca, a qual, ao contrário do que até mesmo pessoas sérias e realistas imaginam, não está reservada a um futuro longínquo. Essa situação de grande insegurança já fora prevista há milênios para toda a humanidade. São considerados grandes terremotos aqueles de magnitude igual ou superior a 6 na escala utilizada.

O terremoto de Kobe, no Japão, ocorrido em 17 de janeiro de 1995 e que foi considerado "o pior dos últimos 70 anos", apresentou uma magnitude de 7,2 graus na escala Richter. O tremor desta sexta-feira, de magnitude 8,9, foi o sétimo pior na história, segundo a agência americana, e também o pior já registrado no Japão. Em todo o século XIX, ocorreram 41 grandes terremotos, acarretando pouco mais de 350 mil mortes. No século XX, até maio de 1997, já haviam ocorrido 96 grandes terremotos, que provocaram a morte de mais de 2 milhões e 150 mil pessoas.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O Sábado no Apocalipse

O Contexto de Apocalipse 12 e 14

Qual o papel do sábado na crise final da história deste planeta?
O texto básico acerca deste assunto, no livro de Apocalipse, é o capítulo 12 verso 17.

"Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar".

Aqui encontramos uma descrição da guerra entre o dragão e o remanescente, uma guerra que é pormenorizada em Apocalipse 13 e 14. Em certo sentido, Apocalipse 12:17 é um resumo antecipado da crise final como um todo. Assim, os capítulos 13 e 14 servem como uma exegese e um desenvolvimento da declaração básica feita em 12:17, ou seja, Apocalipse 13 pormenoriza a guerra do dragão e Apocalipse 14 elabora acerca do caráter e da mensagem do Remanescente.

terça-feira, 5 de abril de 2011

A fidelidade como fruto da fé

“Pois é com o coração que se crê para justiça, e com a boca se faz confissão para a Salvação”. Romanos 10:10.

A fé é a mão com a qual recebemos o Salvador. No texto o apóstolo Paulo diz que não é suficiente crer com a mente, aceitar intelectualmente como uma verdade e estudá-la como parte de uma teologia. A fé é o braço que abraça a Cristo. Um relacionamento íntimo e pessoal que produz confiança que procede do amor.

“A fé que opera salvação, não é mero assentimento espiritual à verdade. Aquele que espera inteiro conhecimento antes de exercer fé, não pode receber bênção de Deus. Não basta crer no que se diz acerca de Cristo; devemos crer nEle. A única fé que nos beneficiará, é a que O abraça como Salvador pessoal; que se apropria de Seus méritos. Muitos têm a fé como uma opinião. A fé salvadora é um ajuste pelo qual aqueles que recebem a Cristo se unem a Deus em concerto. Fé genuína é vida. Uma fé viva significa acréscimo de vigor, segura confiança pela qual a alma se torna uma força vitoriosa” (DTN, 347).

No fim das contas, quando já não é mais conveniente, quando ser fiel já não é fácil, quando ficar ao lado da verdade traz prejuízo pessoal ou mesmo o perigo da própria vida, “o soberbo cairá; mas o justo viverá pela fé” (Hb. 2:4).

domingo, 3 de abril de 2011

Artigo: O que é reavivamento e reforma espirituais?

O período pós-Conferência Geral de Atlanta, EUA (junho-julho de 2010), tem se caracterizado por uma forte ênfase na busca de um reavivamento e uma reforma espiritual entre os obreiros e demais membros da igreja. Tal ênfase é uma resposta humana positiva ao apelo divino contido na promessa de 2 Crônicas 7:14: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” Sem dúvida, “um reavivamento da verdadeira piedade entre nós” é “a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação.” – Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 121.

Ellen G. White acrescenta: “Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a ministração do Espírito Santo. Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se.” – Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 128.

Podemos compreender melhor o assunto se tivermos em mente que reavivamento é a causa ou motivação, e que reforma é o efeito ou consequência. Ambas devem andar juntas, pois reavivamento sem reforma é mera ilusão espiritual; e reforma sem reavivamento não passa de um formalismo ético. Portanto, é indispensável que consideremos ambos os conceitos com suas respectivas implicações.