quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Pensamentos de um dia qualquer




Por Leonardo Pereira
Você é responsável pelas palavras que fala e pelos textos que escreve. Será cobrado pelos ensinamentos que propaga e você se torna parecido com as coisas que acredita.
Muitas vezes estar certo não é tão importante, pois sabemos que um bom coração está sempre pronto para mudar e demonstrar arrependimento, mas um orgulhoso com “a verdade”, só causa problemas.
Esses dias parei para imaginar se Jesus chegaria nas igrejas e saudaria a igreja com “Boa noite igreja do Avivammmmennnntooooouuuuuu”.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Há Esperança Para os Não Evangelizados?

(Traduzido de Jon L. Dybdahll , Adventist Mission in the 21 st Century por Emilio Abdala)

Qual é o destino daqueles que não tiveram oportunidade de ouvir as boas novas sobre Jesus? Aos que lhe faziam esta pergunta, Charles H. Spurgeon, o evangelista inglês do século 19, costumava dar a seguinte resposta: “A questão que importa é saber qual o destino daqueles que têm o evangelho, mas falham em comunicá-lo aos que estão perdidos.” Segundo Jon L. Dybdahl (p. 54-61), teólogos cristãos têm desenvolvido quatro respostas básicas para a questão acima:

1- Restritivismo: Essa teoria argumenta que todas as pessoas não evangelizadas estarão perdidas. A menos que as pessoas ouçam a mensagem de Jesus e respondam a ela, eles não terão esperança. Augustinho ensinou esse ponto de vista, assim como o teólogo reformador João Calvino. A força desse conceito está em sua poderosa motivação para as missões. Hudson Taylor, o grande missionário britânico que trabalhou na China, fundou sua sociedade missionária sobre essa premissa. Os restritivistas encontram apoio para sua posição em passagens bíblicas tais como João 3:36 e 1 João 5:12. Porém eles têm um problema. Como crer em um Deus justo se pessoas se perderem porque não tiveram a oportunidade de ouvir as boas novas sobre Jesus, embora elas não tenham culpa disso?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Jesus Cristo é Tudo

Os direitos dos guardadores do sábado

Os adventistas do sétimo dia e outros guardadores do sábado costumam enfrentar dificuldades relacionadas à observância do sétimo dia em função de concursos públicos, provas e exames de vestibular marcados nesse dia. A saída, muitas vezes, começa com um bom diálogo. Sobre esse assunto, a reportagem da Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN) conversou com o diretor jurídico da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, bacharel Luigi Braga.

ASN - Qual a orientação que a Assessoria Jurídica da Divisão dá às pessoas que observam o sábado como dia de repouso e se deparam com concursos, provas e exames marcados para esse dia?

Luigi Braga - O primeiro passo é uma boa conversa com o responsável pelo que irá acontecer no sábado em busca de alteração da data ou alguma medida especial alternativa. Se não for atendido, é necessário um pedido formal e por escrito. Em caso negativo, também, o ideal é juntar todos os documentos e buscar uma medida judicial para assegurar o direito. Em todas as etapas, assessoria jurídica é essencial. Para isso, cada Campo (Associação ou Missão) da Igreja Adventista pode dar a consultoria com seus respectivos advogados, que já possuem bastante experiência no assunto.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Adventistas somam 16,6 milhões de membros em todo o mundo

Silver Spring, Estados Unidos … [ASN] G. T. Ng, secretário da Igreja Adventista em âmbito mundial, apresentou seu relatório aos delegados do Concílio Anual no domingo, 10 de outubro, destacando a necessidade de aumento de atividade de missões em áreas onde a Igreja tem trabalho reduzido.

Muito desse crescimento vem da América Latina e da África Oriental e Meridional, disseram líderes da Igreja durante o relatório do secretário para o Concílio Anual, uma reunião administrativa da Comissão Executiva denominacional que reúne aproximadamente 300 delegados.

Embora a apresentação reiterasse informações de relatórios do ano anterior, serviu como uma visão expandida das operações da Igreja, incluindo a atividade de missões, e foi a primeira exposição de G. T. Ng como secretário da Igreja Adventista.

Novas análises incluíram uma visão “séria” quanto à mudança de uma “metodologia pró-ativa para uma reativa” em alocação missionária. Ng, um ex-secretário associado que supervisionava o recrutamento para missões em boa parte da Ásia, disse que mais missionários estão servindo em instituições estabelecidas do que no trabalho missionário de “linha de frente”.

Advogada Adventista toma posse como presidente da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB-SP

Dra. Damaris Dias Moura Kuo.
Dra. Damaris Dias Moura Kuo.

No dia 4 de outubro a Drª Damaris Dias Moura Kuo foi empossada como presidente da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB SP. A solenidade reuniu diversas autoridades civis e religiosas e contou com a participação de mais de 200 pessoas. O evento contou com a participação especial do Coral da OAB SP.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de São Paulo, Dr. Luiz Flávio Borges D'Urso, há três anos instituiu a Comissão de Direito e Liberdade Religiosa, com uma atitude visionária e vanguardista. Em seu discurso destacou a importância da defesa da liberdade religiosa, a qual se assenta no respeito pelo sentimento religioso das pessoas e na premissa constitucional que assegura que ninguém será privado de direito em função de crença religiosa.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Gente Cansada de Igreja

Entrevista com o Pr.Israel Belo de Azevedo, graduado em Jornalismo, mestre em Teologia, doutor em Filosofia e autor de livros, como O Prazer da Produção Científica, Olhar de Incerteza e Gente Cansada de Igreja. Ele é pastor da Igreja Batista de Itacuruça, no Rio de Janeiro e diretor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.

Leia na íntegra no site do
Instituto Jetro.

Em sua opinião, o que leva tanta gente a desistir de frequentar uma igreja?

Os fatores são internos e externos. Por internos, eu me refiro à própria condição do desistente de igreja, não importa a situação da comunidade. Menciono as expectativas sobre a igreja (líderes e membros) que não podem ser preenchidas, como atenção o tempo todo, e os desgastes emocionais, não necessariamente ligadas à igreja. As pessoas imaginam que a igreja seja uma organização perfeita e, quando descobrem que não é, desistem dela, por exemplo. As relações humanas, como na vida conjugal, são muito difíceis sempre.

domingo, 10 de outubro de 2010

Candidatos camaleônicos buscam a Deus como “aliado”


Deu na revista Época desta semana: “A religião não é um tema estranho às campanhas políticas no Brasil. A cada par de eleições, o assunto emerge da vida privada e chega aos debates eleitorais em favor de um ou outro candidato, contra ou a favor de determinado partido. Em 1985, o então senador Fernando Henrique Cardoso perdeu uma eleição para prefeito de São Paulo depois de um debate na televisão em que não respondeu com clareza quando lhe perguntaram se acreditava em Deus. Seu adversário, Jânio Quadros, reverteu a seu favor uma eleição que parecia perdida. Quatro anos depois, na campanha presidencial que opôs Fernando Collor de Mello a Lula no segundo turno, a ligação do PT com a Igreja Católica, somada a seu discurso de cores socialistas, fez com que as lideranças evangélicas passassem a recomendar o voto em Collor – que, como todos sabem, acabou vencendo a eleição. Esses dois episódios bastariam para deixar escaldado qualquer candidato a um cargo majoritário no país. Diante de questões como a fé em Deus, a posição diante da legalização do aborto ou a eutanásia, ou o casamento gay, o candidato precisa se preparar não apenas para dizer o que pensa e o que fará em relação ao assunto se eleito – mas também para o efeito que suas palavras podem ter diante dos eleitores religiosos. Menosprezar esse efeito foi um dos erros cometidos pela campanha da candidata Dilma Rousseff, do PT. Nos últimos dias antes da eleição, grupos de católicos e evangélicos se mobilizaram contra sua candidatura por causa de várias declarações dela em defesa da legalização do aborto. Numa sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo, em 2007, Dilma dissera: ‘Olha, eu acho que tem de haver a descriminalização do aborto.’ Em 2009, questionada sobre o tema em entrevista à revista Marie Claire, ela afirmou: ‘Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública.’ Finalmente, em sua primeira entrevista como candidata, concedida a Época em fevereiro passado, Dilma disse: ‘Sou a favor de que haja uma política que trate o aborto como uma questão de saúde pública. As mulheres que não têm acesso a uma clínica particular e moram na periferia tomam uma porção de chá, usam aquelas agulhas de tricô, se submetem a uma violência inimaginável. Por isso, sou a favor de uma política de saúde pública para o aborto.’

Uns e Outros


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Votação - Comunicando Jesus na Web


Nosso blog também está participando do Prêmio Comunicando Jesus na Web.

Participe e vote! Estamos na categoria Blog. 

Vote também no Blog do Distrito na categoria Igreja.


O link para a votação é ESSE AQUI.

sábado, 2 de outubro de 2010

Os cultos atuais mostram a cegueira dos corações

Por: A. W. Tozer

A Transcendência Divina

Quando falamos da transcendência de Deus, queremos dizer naturalmente que Ele é exaltado muito acima do universo criado, tão acima que o pensamento humano não pode concebê-lo.

A fim de poder pensar acertadamente a esse respeito, temos de ter em mente que "muito acima" não se refere à distância física da terra, mas à qualidade de existência. Não nos preocupamos com a localização no espaço nem com a altitude, mas com a vida.

Deus é espírito, e para Ele a magnitude e a distância nada significam. Nós as utilizamos como analogias e ilustrações, e assim Deus Se refere constantemente a estas palavras quando fala à nossa limitada compreensão. As palavras de Deus em Isaías: "Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade", nos dão uma impressão distinta de altitude, mas isso é porque nós que habitamos num mundo de matéria, espaço e tempo, temos a tendência de pensar em termos materiais e só compreendemos as ideias abstratas quando elas se identificam de alguma forma com coisas materiais. Em sua luta para libertar-se da tirania do mundo natural, o coração humano precisa aprender a traduzir a linguagem que o Espírito usa para nos instruir, traduzir de forma ascendente.