domingo, 26 de setembro de 2010

Em quem votar nas Eleições 2010

Estamos cehgando em mais uma eleição. Estamos a sete dias de poder mudar o rumo de nosso governo, para o bem ou para o mal. Nessas eleições apóie candidato que tem potencial para o bem e que já demonstraram anteriormente disposição com o que é correto. Vote com consciência, e caso queira sugestões (para o estado de SP e para presidente) veja abaixo.


Deputado estadual, apoio o Sr. José Ricardo, embaixador da ADRA (Agência Humanitária reconhecida pela ONU e presente em mais de 200 países) é envolvido especialmente com as questões humanitárias, seu número é 40321.

Para federal meu apoio é do Sr. Sidney Dutra (muito capacitado, envolvido especialmente com a causa estudantil e com questões de liberdade religiosa), seu número é 3377.

Para Senador apoio Tuma, número 141, já é comprovado que Tuma apoiou causas relacionadas a liberdade de expressão.

Governador, a escolha está difícil, ore e peça muita orientação.

E finalmente para presidente, Marina Silva, extremamente envolvida com a causa ambiental, social e de liberdade, não preciso falar mais nada dela, Marina é 43.

Espero contar com a colaboração de todos, vamos contribuir para melhorar a cada dia nosso país. Conto com vocês.

O Quê Causou Deus? - William Lane Craig

sábado, 25 de setembro de 2010

Abandonado por Deus (Guerra pela Verdade) - John MacArthur


Uma visão interessante, dicordo do fato de Deus abandonar uma nação, na verdade é a nação que abandona Deus, mas exceto esse detalhe, o vídeo é muito importante.

Eleitor em três fases

Considere três definições a respeito das eleições. Financista e assessor da Casa Branca no início do século, o judeu-americano Bernard Baruch aconselhou os eleitores a votarem “no candidato que prometesse menos”, afinal a decepção seria menor. Este é um modo um tanto omisso de se tratar coisa tão séria e comprometedora quanto os destinos políticos de qualquer nação. O último ditador brasileiro, João Figueiredo, rotulou os brasileiros de relaxados, pois “um povo que não sabe nem escovar os dentes não está preparado para votar”. Com certeza, se o governo tivesse investido um pouco mais na educação e saúde do brasileiro, em condições políticas normais e democráticas, povo esclarecido em hipótese alguma elegeria o próprio Figueiredo.

Gente dessa estirpe só alcança o poder pela força, trapaça ou ignorância da plebe. “Instrumento e símbolo do poder de um homem livre para fazer um pateta de si mesmo e um estrago em seu país”, complementa o escritor norte-americano Ambrose Bierce, referindo-se à eleição, na qual cidadãos pouco entendidos e desinteressados em política, ou pobres iludidos – ao pé da letra -, tentam melhorar a sociedade. O horário eleitoral gratuito e obrigatório se tornou um amargo veneno receitado às massas.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cidadania cristã, antídoto à má política


Às vésperas de qualquer eleição, uma palavra que sempre vem à tona e está na boca da maioria dos candidatos a cargos é cidadania. O problema é que o conceito da palavra tem sido desvirtuado e até banalizado. Se recorrermos à história, veremos que, na Grécia antiga dos grandes filósofos, eram considerados cidadãos aqueles que estivessem em condições de opinar sobre os rumos da sociedade. Evidentemente, o conceito foi sendo enriquecido ao longo dos anos e recebeu importantes contribuições, também dos pensadores romanos, mas principalmente após a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos da América. Um aspecto, no entanto, está bem claro em todas estas linhas de pensamento: a cidadania pressupõe participação ativa e não apenas reativa ou passiva diante da sociedade em que se vive.

Quando trazemos isso para a vida prática, principalmente falando de eleições, um primeiro pensamento é o de que participar ativamente é somente ser candidato a algum dos cargos eletivos em disputa. Mas a cidadania não se resume ao envolvimento com questões partidárias; consiste em não se omitir diante da participação que pode alterar ou redefinir os rumos da vida, seja na cidade, no estado ou no país. E esta cidadania tem base na Bíblia – cristãos devem saber que podem participar da sociedade ao seu redor e fazer a diferença.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O Papel da Música na Igreja

O Papel da Música na Igreja

Por Carlos Renato de Lima Brito

Sinto-me ofendido quando algum responsável por uma programação de negócios de uma instituição espiritual pede que eu dirija um cântico para chamar as pessoas de volta à reunião. É como se a música sacra fosse naquele instante apenas um jingle, uma musiquinha de intervalo comercial, para chamar atenção dos clientes a um produto entre a programação que o telespectador quer realmente ver.

Esta prática, realizada com esta falta de cuidado, atenta contra dois papéis fundamentais da música sacra na Igreja Cristã. O primeiro papel desvirtuado é o papel da adoração. A música serve para adorar a Deus, para glorificar a sua Pessoa e destacar de modo poético e artístico a sua Obra. Quando usamos a música sacra como uma sineta que toca para chamar os alunos a próxima aula, tiramos a atenção que a música dá ao Nome do Senhor para a próxima pauta da reunião, para o próximo item da palestra, para desorganização do evento, para letargia de seus participantes que não sabem tomar um cafezinho de 5 min., sem aumentar o seu tempo para 20.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O que pensam os criacionistas

O livro The Earth – Origins and Early History, de Clyde Webster, às páginas 22 e 24, apresenta um bom resumo dos aspectos que o criacionismo aceita como válidos:

1. Deus ordenou que aparecesse a matéria física do Universo e chamou à existência os ancestrais das criaturas viventes atuais.

2. As obras criadoras de Deus se manifestaram durante o limitado período de tempo de seis dias de 24 horas. (Alguns incluem a criação de todo o Universo [ou do sistema solar, ou ainda da Terra] nesse espaço de tempo, ao passo que outros incluem somente a criação da matéria orgânica viva da Terra.)

3. Embora reconheça que as formas vivas se modificam, tais mutações são limitadas e não-progressivas.

4. Com a queda espiritual do homem, novas forças começaram a operar na natureza. Essas forças causaram decadência e o afastamento do original e perfeito plano criativo de Deus. Essas forças ainda se encontram em atividade nos dias de hoje.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Riane Junqueira - Feliz

Usem as armas

No serviço militar é comum a participação do soldado em bivaques ou exercícios de guerra. Como em qualquer nova atividade, a primeira vez é a mais estressante, requerendo maior atenção, afinal ninguém deseja errar. Todos têm medo das consequências de uma derrota, mesmo que essa seja apenas simulação.

Certo grupo de militares recebeu como missão conquistar uma colina. Para tanto necessitavam transpor parte do percurso em campo aberto, sob o ataque inimigo – de mentirinha, é claro – com balas de festim e bombas de farinha (deve ser esse o nome). Depois de orientá-los quanto às estratégias a serem seguidas, o oficial-comandante desse destacamento frisou: “Em momento algum fiquem estáticos. Movam-se rapidamente em ziguezague. E não se esqueçam: usem as armas, atirem contra o inimigo. Gastem toda a munição. Defendam-se e ataquem. Avante, em frente e para cima, em direção ao alvo.”

domingo, 19 de setembro de 2010

Posicionamento do Pr. Paschoal Piragine Jr sobre as eleições 2010.


O Pr. Paschoal Piragina Jr é Presidente da Primeira Igreja Batista de Curitiba, apesar de não coadunar com muitas de minhas crenças, não há como não concordar com esta posição.

sábado, 18 de setembro de 2010

Debate: Deus Existe?

Debate ocorrido em 2009 entre o filósofo e apologista Cristão Dr. William Lane Craig (um dos ícones da revolução filosófica cristã anglo-americana) e o escritor e autor de livros Christopher Hitchens (um dos ícones do neo ateísmo).

Fala final de Hitchens

Fala final de Craig

domingo, 12 de setembro de 2010

O Poder da Pregação Bíblica


A cada culto em nossas igrejas, um dos momentos mais esperado é aquele da pregação da Palavra de Deus, ou seja, o sermão.

Porém, alguns têm subestimado a utilização deste momento, fazendo com que as pessoas (adoradores) voltem para casa com a mesma sensação de vazio de alma com que chegaram para adorar.
Veja o que escreveu um dos grandes teólogos Adventistas da atualidade acerca deste assunto:

“Há muitos no mundo e na igreja que inconscientemente anseiam pela mensagem: ‘os teus pecados estão perdoados’. Portanto, em cada sermão, o pregador precisa proclamar a justificação” – LaRondelle, O que é salvação?, pág. 78.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Como Resgatar Ex-Adventistas


Desde quando me tornei Adventista do 7º dia eu tenho visto centenas de pessoas entregarem suas vidas a Deus, e também entrarem para Sua Igreja.
Por outro lado, também conheci outros tantos que, em algum momento da jornada, se desviaram do Caminho e preferiram abandonar (ou apenas “esfriar”) da fé.
Como família, o que podemos fazer para ajudar nossos irmãs e irmãs que estão distante do Pai a retornarem para Seus braços de amor? Onde temos falhado como instituição? Onde podemos melhorar para que os que são batizados sintam prazer em permanecer entre nós? O que fazer para trazer de volta aqueles que um dia estavam aqui com a gente?
Encontrei um excelente material sobre este assunto, o qual foi compilado por um dos maiores evangelistas do nosso País – o Pr. Emílio Abdala (IAENE).

domingo, 5 de setembro de 2010

O que o criacionismo não é

[Essa matéria foi publicada em 2009, contudo apresenta instruções muito importantes para todos nós, em todos os tempos]

O ano de 2009 está sendo marcado por muitas discussões a respeito da controvérsia entre criacionismo e evolucionismo. E não é pra menos: neste ano se comemora o 200º aniversário de nascimento do naturalista inglês que é considerado "pai" da evolução, Charles Darwin. Desde que foi publicado o livro A Origem das Espécies, há 150 anos, a teoria da evolução vem sofrendo dois tipos de ataques: os bem fundamentados, que apontam as insuficiências epistêmicas da teoria, e os despropositados, que deixam de reconhecer aspectos relevantes e factuais do darwinismo. De modo semelhante, o criacionismo é alvo de críticas quase sempre infundadas, decorrentes da má compreensão do que sustentam os defensores do modelo.

Todos sairiam ganhando se se deixassem de lado motivações ideológicas e fossem verificados - sob o melhor rigor científico - os fatos e em que aspectos eles favorecem esse ou aquele modelo.

Por isso, é necessário desfazer alguns mal entendidos repetidos por gente que adora uma boa polêmica. Eis alguns deles: