sexta-feira, 26 de março de 2010

A idolatria do corpo

Os últimos anos na Terra, e estes são literalmente os últimos anos, a questão da adoração será o centro do Grande Conflito. Tudo o que não é DEUS estará sendo dispo-nibilizado para ser, de alguma maneira, adorado. Para satanás é vantagem que o ser hu-mano adore seja lá o que for, uma vez que não seja DEUS. Sabe qual a razão? A única adoração que separa as pessoas de satanás é a voltada a DEUS. Qualquer outra forma de adoração separa de DEUS e liga a satanás. Há uma única verdade, mas há uma infinida-de de mentiras. Aliás, verdade só pode haver uma, mas mentiras, o número das versões não tem limites. Falsas adorações podem haver inúmeras, as verdadeira adoração só é possível haver uma única. A verdade sempre é única.
Uma das formas de adoração, hoje muito difundida é a do próprio corpo. E se tornou algo irresistível a quase todos, mesmo a pessoas dentro o povo escolhido, que deve dar a mensagem da vinda de JESUS ao mundo.
Há formas bem radicais de se adorar o corpo. Seja como essa adoração for, sem-pre envolve o chamar atenção dos outros a seu corpo. O que era para ser o templo do ESPÍRITO SANTO, se torna então, motivo de ostentação e de observação. Algu-mas formas radicais de adorar e expor o corpo ao público, vão desde o uso de anaboli-zantes e aplicação de tatuagens, muitas vezes horrendas, descaracterizando o que foi feito belo pelo Criador, à inserção de piercings em todos os lugares do corpo, à pinturas e tingimentos, à operações plásticas e a exibição do corpo em pouca roupa ou comple-tamente nu. Os objetivos são concentrados em chamar a atenção dos outros a seu corpo, a torná-lo sensual, em torná-lo motivo de moda, às vezes torná-lo ridículo e bem feio, menos, é claro, em louvar e adorar a DEUS.
Há formas menos radicais de se adorar o corpo. Estas podem ser a realização de exercícios físicos, mas não só para obter saúde, também para se exibir e chamar aten-ção. O exercício físico para obter um corpo saudável e bem dimensionado, e uma mente pura é na verdade um ato de adoração a DEUS, tornando o corpo mais propício a habi-tação pelo ESPÍRITO SANTO. Podem ainda ser formas discretas de embelezar o corpo, mas com a intenção de exibir ao público seguindo modas ditadas pelo mundo. Tudo o que se fizer, seja radical, seja discreto, mas que tem por motivo o desejo de ser exaltado por outros, de chamar a atenção a si, não a DEUS, é alguma forma de adoração a seu corpo.
O corpo humano foi criado por DEUS para ser belo, mas não para servir de os-tentação. O nosso corpo é uma cópia da fisionomia de DEUS, fomos criados a Sua semelhança. Portanto, representamos nas formas de nossos corpos a forma de co-mo DEUS é. Assim sendo, o cuidado que devemos ter para com nosso corpo é o de representar bem a DEUS, nunca de seguir essa ou aquela moda ou tendência que desvirtue o que DEUS é. Sendo assim, nos compete fazer tudo o que for possível para que sejamos pessoas bonitas, originalmente elegantes e atraentes, mas de modo natural, que sirva para a glória de DEUS, não para a glória de seres humanos, e muito menos para a glória de quem ganha muito dinheiro com isso. E muito menos ainda, se for para a satisfação de satanás.
Podemos adorar a DEUS por meio de nosso corpo? Sim, podemos. Mas como? Sendo originais, mantendo o que somos de forma saudável, cuidando para termos a me-lhor saúde e para sermos capazes de representar a imagem de DEUS, que nos criou. De-vemos nos esforçar para termos uma beleza original, natural, pura e sem artificialismos. Estes que seguirem por essa via, se destacarão acima dos demais seres humanos, pois, eles serão exceção, não estarão no terreno do vulgar.

domingo, 21 de março de 2010

Estilo de vida adventista não é igual a veganismo

A pedido do meu esposo, nossa amiga Karina Carnassale Deana partilhou conosco um texto que produziu para esclarecer a diferença entre o vegetarianismo defendido pelo adventismo e o veganismo:

Tenho notado cada vez mais nossos irmãos e irmãs em Cristo utilizarem o termo “vegan” ou “vegano” para definir sua dieta alimentar. Alguns até mesmo se autodenominam vegans dizendo: “Sou vegan” ou “tornei-me vegan”. Alguns livros de nosso meio religioso também trazem no título essa palavra. No entanto, preocupa-me muito o fato de adotarmos esse termo para definir nosso estilo alimentar por uma série de razões. Vou expor minha opinião.

Antes de mais nada, veja as definições de “vegan” que encontrei numa rápida pesquisa na Internet:

“Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas” (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Veganismo).

segunda-feira, 15 de março de 2010

Formando novos Líderes

Hoje em dia, muito se fala sobre "discipulado", tanto dentro quanto fora da Igreja.

No mundo empresarial - do trabalho - os bons líderes demonstram seu potencial exatamente através da capacidade de "gerarem" novos líderes.

Preparando Novos Líderes

Há um velho adágio que diz: “Ninguém fica para semente”.
Em todo setor da vida sempre há a hora de transição. É quando o líder deixa o seu lugar para outro. Isto ocorre por duas maneiras:


a) Livre iniciativa ou
b) Livre pressão.

Preparar pessoas para nos sucederem é uma tarefa de suma importância para as nossas igrejas. Se você é um oficial da igreja de Cristo também é responsável por aquele que vai deixar no seu lugar para continuar a tarefa.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Dez Perguntas que os Adventistas Devem Responder

Em diversos Sites encontramos citações de irmãos de outras denominações, contra nós, os Adventistas do Sétimo Dia! São citações sem nenhum fundamento bíblico sobre as nossas crenças que são fartamente embasadas em CONTEXTOS bíblicos… Dentre estas denominações (será que eles aceitam esta palavra, já que para eles, somente eles formam uma religião e as demais são seitas?) a Assembléia de Deus é a que mais nos atacam. Atacam, querendo colher o Joio, em vez de deixar este serviço ao Criador – Mat 13:30

Mas voltando ao Tema/Resposta deste estudo; há muito tempo vejo estas questiúnculas assembléianas no ar, pela Internet, nos acusando, exigindo uma resposta. E, quem garante que muitos já não as responderam? Será que o presbítero assembleiano é imparcial em suas perguntas? Em sua página temos um meio de enviar-lhes comentários e respostas (e-mail), mas pergunto? Eles as publicam? Se publicam (a todas), a publicam na íntegra? Como não tenho meios de responder à estas incógnitas, resolvi responder em minha própria página…

Na seqüência, portanto transcrevo – na íntegra – as interrogações destes irmãos assembleianos e em seguido destaco as minhas considerações, sempre baseado nas Escrituras, o que nem sempre verifico nos textos daqueles:

terça-feira, 9 de março de 2010

Igreja Primitiva X Laodicéia

Desde o começo da minha caminhada cristã (iniciada, infelizmente, só aos 19 anos de idade), eu percebi um abismo muito forte entre a PRIMEIRA e a ÚLTIMA IGREJA do Senhor.'
A primeira é a que encontramos no livro de Atos. A segunda, no Apocalipse.
Uma é descrita como unida, alegre, evangelizadora, atuante, altruísta, benevolente, cheia de graça… a outra é morna, arrogante, orgulhosa, auto-suficiente, infeliz, miserável, pobre, cega e nua.
Paulo também escreveu uma carta para a Igreja dos Laodicences (cf. Col. 4:16). Será que foram as mesmas palavras de João no Apocalipse?! Não sabemos… ainda!
A Igreja Primitiva não tinha tanto conhecimento teológico, doutrinário ou mesmo “técnico” para levar avante a pregação de sua fé, mas eles tinham o principal: o Espírito Santo impregnado em suas vidas. Isso foi o suficiente para levar o Evangelho a todo o mundo conhecido de sua época.
Por que?

Agonia - Leonard Ravenhill

domingo, 7 de março de 2010

A Racionalidade da Bíblia

É Possível Surgir algo do Nada?
Na Natureza, “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
Newton mandou um mecânico hábil e engenhoso fazer-lhe uma reprodução exata do sistema solar, em miniatura. No centro havia uma bola dourada representando o Sol. Em redor dessa haviam outras bolas fixas nas pontas de braços de vários comprimentos, representando Mercúrio, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Posto em movimento por uma manivela, essas bolas giravam em redor do “Sol” em harmonia perfeita.



Certo dia, quando Newton se achava assentado na sua sala de trabalho, entrou seu amigo céptico. Grande cientista que era, reconheceu num relance o propósito da máquina colocada sobre uma mesa. Pondo o mecanismo em movimento, ficou deveras admirado, percebendo as bolas movendo e girando cada uma na sua própria órbita e na sua relativa velocidade. Afastando-se um pouco para a admirar, exclamou: “Mas, que maravilha. Quem a fez?

Leonardo Gonçalves e Laura Morena - Ele Virá

quinta-feira, 4 de março de 2010

Mineápolis, 1888

Um Divisor de Águas na História Adventista
Por mais de cem anos, os adventistas do sétimo dia consideram a Assembleia da Associação Geral de 1888 um divisor de águas em sua história, um importante marco em seu desenvolvimento teológico. Do ponto de vista teológico, é considerada a assembleia mais importante da história. Com duração de menos de um mês, tanto a assembleia de Mineapólis (17/10 – 4/11) como o instituto ministerial que a precedeu (10 a 16/10) mudaram o formato do Adventismo.

Events Leading Up to Minneapolis
Após o grande desapontamento de 1844, nossos pioneiros concentraram sua pregação em verdades importantes, as então chamadas verdades fundamentais: o santuário, o espírito de profecia, as três mensagens angélicas, a imortalidade condicional, o segundo advento e o sábado. A salvação e justificação pela fé foram mantidas em segundo plano porque essas verdades eram ensinadas pela maioria das outras igrejas. Por que ensinar um batista ou metodista sobre salvação, se eles já estavam familiarizados com isso? O que eles não sabiam era sobre o sábado, o estado dos mortos, a verdade do santuário, etc. Assim, nossos pioneiros priorizaram as doutrinas que nos distinguiam, especialmente o sábado e os Dez Mandamentos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Dinamize os Cultos em Sua Igreja

Você já observou como os cultos de domingo e quarta-feira estão na UTI na maioria das nossas Igrejas?

Em algumas, até o programa do Sábado está com um ar "frio" e "sem vida".

O que podemos fazer para reavivarmos nossas Igrejas?
Como podemos melhorar a audiências aos cultos?
O que fazer para trazer mais visitas?

Considere as seguintes sugestões, designadas para acrescentar vida e vigor ao serviço de adoração. O culto inspirado não apenas é uma marca de qualidade, mas é característica vital numa igreja que cresce.

Eles não estão descritos com grandes detalhes, dando ampla oportunidade para cada congregação de adaptá-los às necessidades locais.