domingo, 17 de janeiro de 2010

Evolucionista ou criacionista, qual a sua posição

De acordo com o que tenho observado, a escolha entre uma ou outra visão quanto à origem do Universo e da própria vida tem muito mais que ver com o tipo de experiência que cada um enfrenta na vida, do que com as informações a que foram expostos. Ninguém questiona a importância de peças fundamentais como o meio em que alguém cresceu, a educação que recebeu, os modelos de pessoa que se lhe apresentaram, o afeto (ou o desprezo) e o cuidado (ou a negligência) que recebeu, etc. No fim das contas, no entanto, parece que a ideia de origem que uma pessoa sustentará está essencialmente ligada à sua experiência com a religião, notadamente nos anos de sua infância e adolescência.

Nesse período crucial da vida, muitos fatores são capazes de iniciar o processo que resultará na negação do indivíduo de qualquer simpatia pela religião (ainda que inconscientemente e de maneira não declarada).

Destaco, por exemplo, a rigidez religiosa, que cultua muito mais a forma da religião do que o seu objetivo central de religar o homem ao seu Criador; a incoerência entre o discurso e as atitudes práticas de pais, professores e líderes religiosos; as explicações simplistas, ignorantes e irrazoáveis para os questionamentos simples e inteligentes [como ocorreu com Dan Brown]; a secularização da prática religiosa, reduzindo-a a um mero e antiquado fenômeno social; enfim, a própria ausência de religiosidade no lar - provavelmente resultante desses mesmos fatores.



Diante de realidades como essas, que resposta alguém fatalmente dará às inexoráveis perguntas com que nascemos, como: "De onde vim?", “Para onde vou?”, etc.

Não é preciso ser gênio para entender o ponto que estou abordando aqui. A ideia fundamental por detrás da criação e da evolução consiste, na verdade, em declarar quem ou o que acreditamos estar guiando nossa existência até aqui, e a quem ou a que “escolhemos” prestar contas um dia: a um ser superior ou ao acaso.

A questão, portanto, não é se você aceita uma ou outra ideia científica sobre o começo de tudo, mas, sim, se você aceita ou rejeita a pessoa de Deus. E é precisamente neste ponto que se destaca a resposta desenvolvida na infância e adolescência para a pergunta: "Quem é Deus?"

Quanto pior for a imagem que alguém tiver da pessoa de Deus, maior será a probabilidade de que virá a rejeitá-Lo e colocar outro em Seu lugar (e candidatos para isso não faltam). O acaso, o big-bang, a seleção natural, os alienígenas, e até a própria natureza têm sido colocados no trono da vida de milhões de pessoas. Em última análise, nesta questão reside o berço do evolucionismo.

Raciocinando como o Dr. Mário de Pinna, evolucionista da USP (veja vídeo aqui), nenhum desses deuses alternativos exige qualquer tipo de comportamento moral de nossa parte. Assim, somos livres e muito mais felizes! (Note que tipo de “deus” foi transmitido para essa pessoa.)

A você que pensa como o Dr. Mário, quero dizer que também não creio no deus que você rejeita. Ele, de fato, não existe! Não creio no deus que os iluministas se esforçaram por "matar". Chutar cachorro morto é para tolos. Não creio no deus que Darwin veio a negar por meio de sua teoria. Abomino o deus que freou a ciência por mais de um milênio e deteve o mundo inteiro estagnado nas masmorras da Idade Média. Anatematizo, finalmente, o deus em nome de quem tantos fizeram sofrer a bilhões nesta vida!

O Deus da Bíblia, a quem eu conheço e em quem eu creio, você ainda não teve o privilégio de conhecer! Se O conhecesse, desejaria ser seu melhor amigo, seu mais amoroso filho, Seu mais fiel e devotado servo!

Se desejar conhecê-Lo, conte comigo para ajudá-lo!

“Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Oseias 6:3).

(Tomaz A. de Jesus, evangelista auxiliar da sede paulista central da Igreja Adventista)

Fonte: Criacionismo

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