domingo, 20 de dezembro de 2009

Culto Familiar

Entre as praticas cristãs que marcam a vida das crianças, adolescentes, jovens, adultos e mantém a família unida está o culto familiar. Fortalece os laços afetivos e a fé, propicia momentos de confraternização, descontração, aconchego, desabafo, renovação e busca de soluções juntos. Além disso, torna o lar um porto seguro em meio às tempestades. Somente encontraremos refugio e abrigo se levantarmos esse altar diariamente em nossos lares.

O culto familiar é uma das maneiras de educação religiosa no lar. Nas palavras de Ellen White: "Significa que deveis orar com vossos filhos, ensinando-lhes como se aproximar de Jesus e contar-Lhe todas as suas necessidades. Significa ainda que deveis mostrar em vossa vida que Jesus é tudo para vós, que Seu amor torna-vos paciente, bondoso, perdoador e não obstante firme em ordenar a vossos filhos depois de vós, como o fez Abraão" (O Lar Adventista, p. 317).

Além disso, o hábito de buscar a Deus em família produz cidadãos ativos e comprometidos consigo mesmos, com o lar, com a igreja e com a sociedade. Apesar de tantos benefícios, há poucas famílias cristãs ativas em prol da igreja e da sociedade atualmente, e poucas famílias dedicadas ao ensino religioso no lar.

Como pais, não podemos deixar de formar e preparar novos trabalhadores para a vinha do Senhor. O tempo é curto, o Senhor logo virá. Há urgência de mais trabalhadores, pois a seara está madura e são poucos os ceifeiros. Nossa família precisa estar incluída entre os trabalhadores ativos no serviço do Grande Rei, utilizando tempo, talentos e recursos para contar aos de perto e de longe que o Senhor projetou uma opção melhor para eles: recomeçar. É isso que a salvação vem nos proporcionar.

É tempo de manter o culto familiar como prioridade alta. Vivemos nos "últimos dias" da história deste planeta. Logo chegará o momento de apresentar-nos, com nossos filhos, ao Senhor.

"Pais, tomai convosco vossos filhos em vossos exercícios espirituais. Envolvei-os nos braços de vossa fé, e consagrai-os a Cristo. Não permitais que coisa alguma vos leve a recuar de vossa responsabilidade de educá-los retamente; não consintais que nenhum interesse secular vos induza a deixá-los para trás. Nunca permitais que vossa vida cristã os isole de vós. Levai-os convosco ao Senhor; educai-lhes a mente para que familiarizem com a divina verdade. Deixai-os associarem-se com os que amam a Deus. Levai-os ao povo de Deus como crianças cujo caráter próprio para a eternidade estais ajudando edificar", diz White.

Vamos encontrar ao Senhor unidos em família. "Deixai vir a Mim os pequeninos..."

Rejane Godinho

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pregar a mensagem Adventista

Sou Adventista do Sétimo Dia de berço. Isso quer dizer que conheço a Igreja há 34 anos, certamente melhor a partir da minha adolescência. Ao longo deste tempo (pouco, considerando os quase 150 anos da nossa história mundial), aprendi o que é a Igreja Adventista do Sétimo Dia: porque surgimos, o que defendemos, o que nos motiva, enfim, aquilo que somos.

Julgo que um elemento fundamental se pode aferir da nossa própria cultura (aquilo que, enraizado na nossa vida, faz de nós aquilo que somos e determina o nosso proceder): as nossas diferenças.

Desde sempre fomos diferentes. Não o fomos em tudo desde o princípio; mas quando surgia motivo para nos demarcarmos de hábitos e comportamentos habituais da sociedade, nunca hesitamos em fazê-lo. Exemplos são a alimentação, o vestuário, os lugares que (não) frequentamos e o estilo de vida, além, evidentemente, das doutrinas.

E, ainda mais longe do que simplesmente ser diferentes, nunca tivemos qualquer tipo de problema, nem tampouco nos questionamos, sempre que tivemos de, pelo conteúdo da nossa pregação, confrontar ideias e conceitos há muito criados e estabelecidos na mente da esmagadora maioria das pessoas, que, confessemos, resultam por vezes em algum conflito.

Ultimamente tenho-me questionado se algo está a mudar neste aspeto...

Veja este exemplo, talvez para entender melhor o raciocínio.

domingo, 13 de dezembro de 2009

A liberdade religiosa e a "difamação das religiões"

Especialistas em liberdade religiosa avisam que a chamada resolução de "difamação de religiões" que deve ser posta à consideração pela Assembleia Geral das Nações Unidas este mês sugerirá restrição do discurso religioso no mundo inteiro.

Tendo em vista punir aqueles cujo discurso possa ofender a sensibilidade religiosa de ouvintes, a aprovação da resolução criaria um precedente que restringiria a liberdade de expressão religiosa, disse James D. Standish, diretor de relações com a ONU da Igreja Adventista do Sétimo Dia a nível mundial.

"A própria resolução não tem força legal, mas realmente cria um clima para empenho em promover uma nova norma legal internacional que restringe a liberdade do discurso religioso", explica Standish. Se aprovada, a resolução não só estabeleceria um precedente legal para outras nações seguirem, mas também legitimaria efetivamente a política em algumas nações que já procuram controlar o discurso religioso, ele acrescentou.

"Não podemos permitir que se confie neste modelo nacional fracassado como base para a criação de novos padrões legais internacionais", comentou Standish.

Anteriormente neste ano, os membros da diretoria da Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA) esboçaram uma declaração advertindo que leis que procurem controlar o discurso religioso poderiam ser impostas arbitrária e desigualmente, resultando em desrespeito a liberdades individuais de expressão, que disseram incluir o direito de comparar-se e críticar crenças e práticas religiosas.

O grupo concluiu que as lei de direitos humanos internacionais existentes já protegem suficientemente grupos confessionais de atos de discriminação ou violência e recomendou a líderes nacionais e especialistas em liberdade religiosa que rejeitem quaisquer leis futuras sobre difamação de religiões. No período antecedente à votação, marcada para meados de dezembro, Standish encontrou-se com representantes de vários Estados-membro da ONU, procurando criar a conscientização das implicações da resolução e discutir alternativas para fortalecer as proteções à liberdade religiosa existentes.

Entre 2006 e 2009, a resolução de difamação de religiões teve 27 por cento em declínio em seu apoio geral, em grande medida dado o trabalho de advogados de liberdade religiosa, informou um recente boletim de notícias da IRLA.

"É bom a ONU avançar na direção certa nesta questão ... mas esta luta está longe de terminar", disse John Graz, secretário-geral de IRLA e diretor do Departamento de Liberdade Religiosa e Relações Públicas da Igreja Adventista. "A liberdade religiosa é um direito frágil que não podemos ter como garantido", completou.

Fonte - ANN

Nota DDP: A livre pregação do Evangelho está com os dias contados.

Nova Voz - Vamos Subir

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Cristão e a Maçonaria

m_capa_272Este assunto tem sido motivo de muita curiosidade e especulação. Idéias ligadas ao prestígio e a privilégios de participação nesta sociedade secreta são há muito tempo conhecidas.
A origem da maçonaria é associada pela maioria dos eruditos aos itinerantes artífices de pedra (pedreiros e construtores de catedrais da Idade Média), libertos da servidão de seus mestres a partir dos séculos XIII e XIV. Eles formaram sindicatos, que eram freqüentemente ilegais, e daí desenvolveram certos símbolos e sinais ocultos para comunicarem entre si, o que permanece até os dias de hoje.
A maçonaria cresceu com muita força e rapidez. Tem influência marcante nas várias camadas da sociedade, inclusive religiosas, apesar de muitos protestos da grande maioria das igrejas. Pela perspectiva humana, há bons indivíduos e obras sociais admiráveis.
Embora ela alegue não ser uma religião, há muitos indícios para que seja considerada como tal: crença num Ser ou seres sobrenaturais, distinção entre objetos sagrados e profanos, atos rituais, oração, crença em uma vida futura e código moral com sanção divina, por exemplo. À luz destas definições alguém perguntou: “O que mais a maçonaria precisaria para ser uma religião?”.
Albert Mackey, uma das maiores autoridades maçônicas, declara em termos enfáticos: “a religião da maçonaria não é a do cristianismo”. Essa declaração mais que confirmar ser a maçonaria uma religião ainda acrescenta o fato de não ser ela cristã.
Conquanto haja muitos maçons ilustres e bons indivíduos na sociedade tem sido impossível associar o cristianismo à filosofia da maçonaria.
Vejamos alguns obstáculos:
a) O lugar da Bíblia é simbólico e não possui peso superior aos de outros livros considerados por eles sagrados como o alcorão e a cabala. A Bíblia é reinterpretada conforme a filosofia maçônica.
b) O G.A.D.U. é o Deus de todas as religiões e não retrato do único Deus verdadeiro.
c) Jesus é quase sempre ignorado. É visto como um grande discípulo e não há crença em Sua ressurreição. Outros líderes religiosos são freqüentemente mais citados. Até nas orações feitas nas lojas não se ora em nome de Jesus, como ensina a Bíblia.
d) O homem é visto como alguém bom por si mesmo. Torna-se aceitável diante de G.A.D.U. por sua própria justiça, anulando qualquer necessidade da intercessão de Jesus.
e) A ética maçônica exclui de seus juramentos e filiação deficientes físicos, mulheres e pobres, o que contraria os princípios cristãos de inclusão.
f) Há convicções cada vez maiores da relação maçônica com o ocultismo.
Há muitos outros detalhes que o espaço infelizmente não nos permite explanar. Sabe-se ainda, por exemplo, que a iniciação à maçonaria se dá por juramentos de lealdade vinculados à mutilação e até morte, mesmo que talvez nunca sejam executados.
Como se não bastasse isso, o iniciado, também chamado “profano” é conduzido com os olhos vendados e obrigado a admitir que andava nas trevas e que agora receberá a verdadeira luz da maçonaria, isso inclui o cristão.
Contraria o princípio de justiça cristã o fato de um maçom comprometer-se a defender seu amigo maçom pelo simples fato de ser um maçom, independente dele estar certo ou não naquela situação, excetuando-se homicídios e traição.

Para nós adventistas, a maçonaria tem outro agravante que é a crença na imortalidade da alma, o que também contraria a Bíblia.
Mesmo sendo pouco o que aqui foi exposto podemos perguntar: Como poderia qualquer pessoa honesta juntar dois conceitos – maçonaria e cristianismo – tão opostos entre si? “Quem se recusa a raciocinar é um fanático, quem é incapaz é um tolo, e quem não tem coragem é um escravo” (Lord Byron).
Pense nisso!
Wallace B. Esterci
O Cristão e a Maçonaria


Fonte: Advir

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Prece solidária



O carro verde estaciona no shopping. Dentro dele está um casal de meia-idade com a mulher ao volante. Assim que estacionam, o marido diz:

- Mary, você terá que girar a chave para que eu possa subir o vidro elétrico.

- Jim, você é um imbecil! Eu já lhe disse cem vezes para subir os vidros enquanto o motor ainda está funcionando. Será que você nunca vai aprender?

O homem abre a boca e um vendaval de palavras jorra para fora, uma mistura de sacro com profano de tal nível que a mulher não poderia deixar de entender que as suas palavras haviam tocado num ponto sensível. Ficando mais e mais irado, ele a acusa de estragar o que estava sendo um dia perfeito, por não conseguir ficar com a boca calada.

Próximo o suficiente para ouvir toda a conversa, Roger Morneau pensa: "Que homem perverso!" E imediatamente ora: "Jesus, por favor, perdoa-os. Pelo grandioso poder do Teu Santo Espírito, por favor, repreende as forças demoníacas que estão oprimindo a mente deles, e abençoa a vida deles com a doce paz do Teu amor."

Naquele instante, a tempestade verbal cessa. Por uns 20 segundos ambos permanecem calados, e em seguida o homem quebra o silêncio:

- Mary, estou arrependido por ter ficado tão irado. Realmente me sinto mal agora por lhe ter falado daquela maneira. Não sei por que fico tão nervoso às vezes. Consigo até sentir a raiva crescer dentro de mim para com as pessoas que eu tanto amo. Por favor, perdoe-me, e eu prometo me esforçar realmente para não repetir essas explosões.

Morneau diz que foi lindo ouvir a mulher admitir que ela era, pelo menos parcialmente, culpada por não tomar cuidado com as palavras, e que às vezes até sentia prazer em atacá-lo verbalmente.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Conforto e Comodidade

A generalidade do mundo moderno vive hoje em tempos de relativo bem-estar. Principalmente na Europa, América do Norte, Austrália e outras zonas economicamente prósperas, nota-se em boa parte dessas sociedades alguma tendência para um considerável grau de conforto e comodidade, apesar deste fenómeno não ser ainda transversal, mas localizado. 


Desfrutámos hoje de alguns equipamentos e ferramentas que há bem poucos anos nem poderíamos imaginar. Com um pequeno aparelho de bolso conseguimos falar com qualquer pessoa em praticamente qualquer parte do mundo. Os inúmeros canais de televisão chegam massivamente aos lares, onde à enorme parafernália de electrodomésticos só falta antecipar a instrução humana. Os sistemas de aquecimento e refrigeração fazem de algumas casas verdadeiras mansões de bem-estar. A internet revolucionou por completo os métodos de fazer negócio e entretenimento, colocando à distância de poucos segundos o acesso a todo o tipo de informação. Os automóveis são cada vez mais seguros e fiáveis, dando por vezes a sensação de nem termos saído de casa.




No meio disto tudo, a vida diária ficou aparentemente mais fácil. Tarefas são executadas com maior rapidez e menos esforço. Grandes distâncias são cobertas em relativamente pouco tempo. Tudo faz crer que a modernização da sociedade nos tornará a vida sucessivamente mais fácil.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Engolidos pela TV

Em apenas 3 horas e 20 minutos intercalados dentro de 3 dias, veja o que foi possível colher de mensagens subliminares existentes em filmes, novelas, desenhos animados e propagandas comerciais:
 
Atos de violência ........................................... 65 cenas
Assaltos........................................................ 2 cenas
Armas.......................................................... 24 cenas
Bebidas......................................................... 2 cenas
Sexo............................................................ 9 cenas
Mentira....................................................... 15 cenas
Linguagem obsena....................................... 15 cenas
Medo, pavor.................................................. 30 cenas
Discussão.................................................... 44 cenas
Desrespeito.................................................. 44 cenas
Drogas........................................................ 4 cenas
Infidelidade.................................................. 3 cenas
Profanação do Nome de Deus........................26 cenas Contra
Saúde............................................................. 1 cena
Carinho e amor............................................... 1 cena
Palavras bondosas.......................................... 3 cenas
Educativas...................................................... 2 cenas



Mas o que mais me surpreendeu de todos esses dados é que somente de cenas espiritualistas, magia sobrenatural e mistissismo somam-se o total de 139 cenas. Podemos dizer que do que há de mais vil tem sido difundido nas telinhas da televisão. Sem muita consciência os espectadores, entre eles os pais, mães, filhos, avôs, netos e até mesmo uma soma grande de intelectuais como psicólog os, educadores e governantes têm se alimentado desse câncer que entra pelos sentidos, devorando valores e princípios.

Este tipo de esgoto da sociedade está se desaguando nas casas de muitos cristãos da atualidade. Muitos passam cerca de 3, 5 ou 8 horas em frente de uma televisão enquanto que passam apenas uma hora na igreja no momento de culto. Que tipo de valores e princípios estamos nutrindo para a vida eterna? O alimento que estamos colocando em nossa mente nutrirá a nossa natureza carnal ou espiritual? Você consegue se ajoelhar para orar e agradecer a Deus pelo belo dia e pelas vitórias após ter assistido uma novela ou um filme onde valores são quebrados, princípios eternos são debochados? 
 
Queridos pais e professores, e porque não jovens. Nossa geração e principalmente nossos filhos estão sendo educados pela mídia atual, e você já parou para se perguntar do que é formado a mídia? Ela é formado por aquilo que mais vende. O que mais vende é: A) - Violência, B)- Misticismo, C)- Sexo. É exatamente esse tipo de geração que estamos tendo hoje. Pessoas depravadas sexualmente, índices de violência alarmantes e crescentes e uma procura por misticismo e coisas sobrenaturais como nunca.

Muitos jovens cristãos estão saindo da igreja porque não conseguem viver sem pensar em sexo. Suas mentes são bombardeadas na escola, nas bancas, nos filmes que aparentemente são inocentes com pequeninas cenas  picantes. Pequeninas, mas....bem picantes. E o pior, as vezes trazidas para dentro da própria casa pelos pais.

Um dia um irmão me chamou de fanático, extremista e legalista por eu não querer televisão dentro de minha casa. Parece que o ERRADO é querer se afastar do mundo. O ERRADO nos dias atuais é querer se proteger das ciladas do diabo. o ERRADO é ser diferente. Já é comprovado psicológicamente que para um homem basta 2 segundos de cena de nudez pra ter problemas sérios com tentações por mais de uma semana. Portanto por mais bonito e legal que seja o filme, uma cena de apenas poucos segundos de nudez ou cenas de sexo já serão suficiente para estragar a mente de muitos homens por muitos dias.

Ellen White nos advertiu muitas vezes em seus escritos para vigiarmos as avenidas da alma que são os cinco sentidos. A palavra de Deus apela para dar atenção a tudo que é puro e a termos cuidados criteriosos a tudo que contemplamos. Tudo que entra em nossa mente através da vias dos sentidos nutrirá nossa natureza espiritual ou carnal. Não existe um terceiro reservatório. tudo vai ou para alimentar a natureza espiritual ou carnal. Se não tivermos devido cuidado, será impossível vencer mesmo com o poder de Deus.

Tomemos cuidado com a televisão, preservemos nossos filhos, nossas famílias, pois estamos no limiar do grande conflito e satanás usará de tudo para se sair bem neste conflito. Que Deus nos abençoe.


Publicado originalmente em Blog de Gilberto Theiss.

sábado, 5 de dezembro de 2009

O Ômega da Apostasia – Louvor, adoração e espiritualidade

Louvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça do Ômega da Apostasia

Pr. Joaquim Azevedo Neto, Ph.D.
Professor de Línguas Bíblicas e Antigo Testamento do SALT-IAENE, Bahia
Editor da revista Hermenêutica
Coordenador do Centro de Pesquisa de Literatura Bíblica

Para uma melhor compreensão do termo Ômega, o qual aparece nos escritos do Espírito de Profecia, temos que considerar o tema do selamento. Quem é que sela? E por que sela? Podemos entender, fundamentados em Efésios 1:13 e 4:30, que o Espírito Santo é quem sela para a redenção. Em Ap 7:1-4 (veja também Ez 9:1-6) o anjo sai a selar o povo de Deus antes, durante e depois da sacudidura preparando-os para o alto clamor e o fechamento da porta da graça. Portanto, a função do Espírito Santo é fundamental nos últimos dias desta geração.

Assim podemos acertadamente dizer que o inimigo das almas tentará neutralizar a obra do Espírito Santo na vida do remanescente. Essa tentativa satânica é a substituição do Espírito verdadeiro pelo falso. Desde a sua queda no Céu, Satanás assim tem trabalhado, mas seus esforços serão mais intensos nos últimos dias. Essa tentativa de substituição pode ser parte do Ômega. Apresentarei detalhes a seguir que corroboram com esta asserção.

Da mesma maneira como o alfa da apostasia no tempo do Dr. Kellogg era relacionado com a natureza de Deus (panteísmo), anulando assim o trabalho de Deus na vida do crente, o qual é a obra do Espírito Santo; assim é de se esperar que o Ômega, contenha esse mesmo elemento de engano,[1] isto é, a tentativa de anular a obra do Espírito Santo para que o remanescente não seja selado e preparado para enfrentar os últimos eventos da história desta terra.