terça-feira, 17 de novembro de 2009

Problemas no Layout

Esse blog está apresentando problemas no Layout. Peço perdão pelo inconveniente, caso queira conferir as seções do blog vá até o fim das postagensd. Assim que possível (ou melhor, assim que eu descobrir como ) o problema será corrigido.

sábado, 14 de novembro de 2009

As Preocupantes Implicações do Uso dos Tambores/Bateria na Adoração a Deus


As Preocupantes Implicações do Uso dos Tambores/Bateria na Adoração a Deus

Pr. Otimar Gonçalves

Tudo, porém, seja feito com decência e ordem (I Coríntios 14:40)

A igreja de Corinto estava vivendo um conturbado momento na adoração por falta de ordem e reverência no culto a Deus. O emocionalismo e o exibicionismo estavam invadindo os cultos de adoração; o apóstolo Paulo, sentindo a necessidade de organização e sistematização no culto ao Deus verdadeiro, disse de forma consistente e lacônica: “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.” É interessante frisarmos que a palavra ‘decência’ no original grego: euschemonos, quer dizer apropriadamente e decentemente; já a palavra ‘ordem’ no grego: taxis, significa: justa, correta, ordenada e condição ordenada.

Penso que devemos ter bastante cuidado na nossa adoração, afim de que tenhamos um equilíbrio em a razão e a emoção. Trabalhemos arduamente para termos um culto Cristocêntrico, onde o nosso Deus seja adorado ‘na beleza da Sua santidade’.

Cuidado com o excesso de emocionalismo e sentimentalismo na música

Infelizmente estamos presenciado uma nova ‘onda’ ou um novo modismo de sentimentalismo e emocionalismo adentrando as nossas igrejas via ministério da música. Essa tendência está vindo como resultado de alguns músicos e cantores nossos copiarem modelos de cantores e músicos americanos; outro fator eu diria que é puramente comercial, ou seja, a vontade de fazer que com os nossos produtos fonográficos cheguem para o público evangélico em geral, e em especial as igrejas do ramo neo-pentecostal.

Há ainda outros fatores preocupantes, como o uso exagerado de alguns métodos ou ‘recursos’ gestuais na hora da adoração. São eles: O artifício de levantar as mãos, bater palmas, cantar de olhos fechados e o uso de instrumentos musicais que tendem a ‘mexer’ conosco da nossa cintura para baixo – por exemplo; a bateria/tambores, seja ela acústica ou elétrica, e também o uso exagerado da guitarra.

O que percebemos é que a maioria das igrejas evangélicas, em especial as do ramo neo-pentecostal que fazem o uso contínuo da bateria/tambores tem como resultado as seguintes atitudes físicas na hora da adoração musical: Começam cantando de olhos fechados, em seguida levam as mãos, dependendo do ritmo da música começam a bater palmas, logo em seguida vêm pequenos gestos de danças e o último resultado – a iniciação do falar em línguas estranhas. Perceba que a percussão vem acompanhada de um ‘pacote’ de atitudes gestuais na hora da adoração a Deus no momento da música, tornando assim, a nossa adoração, digamos, muito inclinada para o antropocentrismo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A Música na Igreja

A música é um poderoso recurso para inúmeras utilidades. Serve tanto para aproximar da pureza de DEUS quanto para o sensualismo mundano; para ensinar preciosidades como para aviltar; para elevar culturalmente como para rebaixar o comportamento moral; para separar do mundo e aproximar de DEUS como para associação com o mundanismo, para louvar a DEUS como para homenagear a satanás. Tudo na vida que se faz com música não é igual ao que sem faz sem ela. Sempre há algum tipo de propulsão havendo música. Poderosa, influencia a nossa mente, é forte recurso para a formação de princípios e hábitos de vida, seja para o bem, seja para o mal. A música jamais é neutra, ou é útil para elevar nossos referenciais de vida, ou para rebaixá-los.

Tendo isto e mente, estamos bastante tristes quanto à música que está entrando na nossa igreja. Decidimos estudar sobre o assunto, e como resultado, ficamos perplexos e preocupados com as tendências. Algo terrível está em andamento. É algo que foi profetizado, portanto, merece respeito consideração. Se é profecia, devemos estar atentos, pois ela se cumprirá. Ou, já está se cumprindo.

Decidimos contribuir para orientar sobre o assunto: música na igreja, dado que ela tem como foco louvar a DEUS e também nos aproximar d’Ele, bem como nos educar para sermos cidadãos do Reino de DEUS na vida eterna. A música de louvor deve contribuir nessa direção, outras músicas, nem tanto, ou positivamente fazem o contrário. (...) Louvor não é questão de gosto. Louvor é uma definição feita por DEUS, e não somos nós que decidimos como deve ser esse louvor.

Sentimos a responsabilidade de nos posicionar, pois se nos omitirmos, um dia DEUS, e também quem sabe muitos irmãos, nos cobrarão pelo que sabíamos e não dissemos. Essa cobrança pode acontecer quando já for tarde demais.

Não é intenção polemizar, nem condenar, nem combater esta ou aquela pessoa. Pelo contrário, a intenção é sinceramente evitar que o estrago que certos tipos de música vem causando na igreja piorem a situação. Por exemplo, ela já dividiu o ministério, há líderes que não a admitem, e há os que a defendem. O que resta então aos assim chamados leigos no meio dessas posições cruzadas?

sábado, 7 de novembro de 2009

O Concílio de Vichy


O estadista britânico Winston Churchill costumava dizer que a coragem é a primeira das virtudes, pois, faltando essa, as demais desaparecem. Esse aforismo pôde ser comprovado durante a política beligerante do nazismo na segunda metade da década de 1930. À História.


Em 1938, os primeiros-ministros Neville Chamberlain, pelo Reino Unido, e Édouard Daladier, pela França, assinaram com Hitler e Mussolini o malfadado Tratado de Munique, garantindo à Alemanha a anexação dos Sudetos, parte da antiga Tchecoslováquia. Semelhante à moça que permite liberdades ao namorado calculando que assim mitigará suas pulsões, Chamberlain estava plenamente convicto de que suas concessões poriam limite ao ímpeto expansionista alemão. Semelhante ao jovem que interpreta a passividade da namorada como um convite a novas e mais ousadas investidas, Hitler entusiasmou-se; meses após tomar os Sudetos, ocupou toda a Tchecoslováquia; no ano seguinte, massacraria a Polônia, dando início à Segunda Guerra.


Seria instrutivo atentar para o alívio que se seguiu imediatamente ao acordo que sacrificava a Tchecoslováquia. Enquanto o primeiro-ministro britânico regia o coro dos otimistas (“a paz está assegurada”), um e outro descontentes, como o escritor católico Georges Bernanos,* alertavam para a “alegria ignóbil”. Churchill, sempre ele, foi mais incisivo: “Entre a guerra e a desonra, preferiram a desonra, e terão a guerra.” Não poderia ter sido mais profético. Entre setembro de 1939 e maio de 1940, seguiu-se a chamada “Guerra de Fancaria”, quase sem confrontos armados entre os países signatários do tratado. Até que os alemães atropelaram os Países Baixos, atraindo a defensiva de ingleses e franceses para a fronteira da Bélgica enquanto cruzavam a acidentada floresta de Ardenas. Em 14 de junho, tomaram Paris. Em 22 de junho, a França se rendia. Vichy, estância termal situada no centro geográfico do país, passou a sediar o governo fantoche e colaboracionista do Marechal Pétain. A França se tornou vassala da Alemanha, obrigando-se a fornecer víveres e insumos industriais para a máquina de guerra alemã e judeus para os campos de concentração. Desmoralizado e abatido, Chamberlain morreria em novembro do fatídico ano na incerteza do que o futuro reservava à Grã-Bretanha.