terça-feira, 28 de abril de 2009

Comportamento de Pastores Batistas

Uma pesquisa online realizada pela LifeWay Research procurou identificar as prioridades do ministério de 800 pastores batistas.

O tamanho da igreja é um fator importante ao identificar os ministérios mais importantes, de acordo com Scott McConnell, diretor associado da LifeWay Research. Pastores de igrejas com menos de 100 membros têm uma tendência maior de identificar evangelismo como um ministério importante (72%) do que aqueles que lideram igrejas com mais de 250 membros (60%). Pastores de igrejas de tamanho médio tendem a valorizar mais o ministério jovem (90%) do que os demais. Enquanto pastores de igrejas maiores, incluem a adoração como importante (46%).

Apesar de as igrejas menores terem mais dificuldades para encontrar líderes, três de cada quatro congregações tem um líder eficiente para o seu ministério principal. Curiosamente, os pastores que indicaram o evangelismo como uma prioridade, responderam que esse também é o ministério mais difícil para se encontrar um líder. Quase metade dos pastores disseram que evangelismo está entre os cinco ministérios mais importantes que não têm um bom líder à frente.

Portanto, eis a classificação geral dos ministérios mais importantes:

Evangelismo (24%)

Escola Bíblica/Pequenos Grupos (17%)

Adoração (13%)

Proclamação (10%)

Crianças e Jovens (9%)

Discipulado/Aconselhamento (7%)

Oração (5%).

A pesquisa também quis saber como os pastores se relacionam com os líderes desses ministérios importantes. De forma geral, 40% dos pastores indicaram que se reunem com o líder. Outros se reunem com o grupo todo que lidera o ministerio (22%), enquanto 21% se reunem regularmente com o grupo de líderes dos vários ministérios.

Complementando o post anterior, gostaria de apresentar os resultados de uma outra pesquisa recentemente conduzida também pela LifeWay Research.

O dado que mais chamou a atenção foi a resposta de 67% dos americanos: iriam visitar uma igreja, se um familiar fizesse um convite pessoal.

Um convite pessoal de um amigo ou vizinho seria eficaz para 63% dos entrevistados. A mesma porcentagem estaria disposta a receber informações sobre uma igreja local vinda de um familiar.
"A lição primária que americanos deveriam aprender com essa pesquisa é que muitos dos amigos estão prontos para um convite", disse Ed Stetzer, diretor da LifeWay Research. "Vizinhos ainda precisam de um convite simples e pessoal para conversar, interagir e ir à igreja. Claramente, relacionamentos são importantes e funcionam juntamente com marketing."

Essa foi a maior pesquisa já realizada sobre a receptividade dos americanos a métodos diferentes de convites. Dos 13 métodos testados, esse foi o único com resposta positiva por parte da maioria. Visitas de porta em porta recebeu a menor aprovação (24%).

Em termos de passos posteriores no contato com os familiares e amigos, o único cenário com resposta positiva é receber um cartão postal da igreja informando os próximos assuntos abordados nos cultos (52%). O pior seria uma ligação.

Responder a uma oferta de maior informação através de um número 0800 apela a 20%, mas somente 1% assistiria a um culto pela televisão ou visitaria o website de uma igreja local.
Anúncios teriam uma boa resposta também: em jornais (46%), no rádio (41%), na televisão (40%), em outdoors (46%) e mala-direta (45%).

A pesquisa dá um bom perfil da receptividade dos americanos e uma boa idéia para ser aplicada aqui na realidade brasileira.

Mais detalhes sobre os resultados, no site http://www.lifewayresearch.com/.

Fonte: Crescimento da Igreja
(http://mecdias.blogspot.com/2009/04/evangelismo-e-prioridade-dos-pastores.html e http://mecdias.blogspot.com/2009/04/e-so-convidar.html)

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Vinho tinto faz bem à saúde?

Frequentemente, encontramos artigos publicados em jornais e revistas falando sobre os benefícios do vinho tinto, baseados em evidências científicas de que a ingestão de pequenas doses diárias da bebida podem reduzir o risco de doenças cardíacas. Criou-se, então, o mito de que uma taça diária de vinho não faz mal, e muitas pessoas aderiram à moda, muitas vezes recomendada pelo próprio médico. Será que o consumo de vinho tinto faz bem à saúde?

Já se descobriu que os efeitos benéficos do vinho, especialmente o tinto, devem-se aos flavonóides e ao resveratrol das uvas. Os flavonóides são substâncias antioxidantes conhecidas por aumentar o HDL colesterol ("colesterol bom"), diminuir o risco de entupimento das artérias coronárias (aterosclerose) e ajudar a baixar a pressão arterial. O resveratrol é uma substância encontrada naturalmente em diversas plantas, como na casca das uvas (também nas sementes de algumas variedades), no amendoim e no mirtilo, em menores quantidades. Em experimentos com ratos de laboratório, o resveratrol tem efeito anticâncer, antiinflamatório, redutor da glicemia e outros benefícios cardiovasculares.

Por esse motivo, recomendava-se o uso diário do vinho tinto como um santo remédio. Entretanto, não podemos esquecer que o vinho tinto também contém álcool, popular nas pesquisas científicas por causar danos em quase todo o corpo. Além dos danos físicos, o consumo de álcool também é grande responsável por acidentes de trânsito, problemas conjugais, familiares e sociais.

O Instituto Nacional Sobre o Abuso do Álcool e Alcoolismo (NIAAA), nos Estados Unidos, publicou resultados de autópsias mostrando que os pacientes com história de consumo crônico de álcool têm cérebro menor, mais leve e mais encolhido do que os adultos não alcoólicos da mesma idade e gênero. O principal dano cerebral ocorre no córtex do lobo frontal, centro das funções intelectuais executivas, responsável pelo pensar, personalidade, força de vontade e auto-controle. O álcool também prejudica o controle do diabetes e aumenta a pressão arterial.

Em mulheres, os efeitos lesivos do álcool são mais pronunciados do que nos homens, com risco maior de desenvolver cirrose, lesão cardíaca e neuropatias (lesão dos nervos). Mulheres grávidas que bebem álcool podem causar no bebê a Síndrome Alcoólica Fetal, caracterizada por retardo mental e malformações congênitas. Em homens, abuso de álcool pode interferir na função sexual causando infertilidade por atrofia das células produtoras de testosterona, pode prejudicar o desejo sexual e causar impotência.

Recentemente, o Instituto Nacional do Câncer (Inca), na França, publicou um artigo que recomenda o combate do hábito de beber diariamente. Segundo o estudo, consumir uma dose de álcool por dia aumenta o risco de câncer em até 168%, dependendo do tipo de câncer. O risco maior está nos cânceres de boca, faringe e laringe, mas também é aumentado em cânceres de esôfago, colo-retal, do sangue e do fígado.

Conclusão: beber vinho tinto para a saúde do coração não vale a pena, pois os riscos são maiores do que os benefícios. Essa opinião vem sendo defendida também pela Organização Mundial de Saúde (OMS), na publicação Dieta, Nutrição e Prevenção de Doenças Crônicas, 2003, página 90.

Curiosamente, isso já era dito pelo sábio rei Salomão há milênios, antes de Cristo e das pesquisas científicas: "Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo, e se escôa suavemente; no seu fim morderá como a cobra..." (Provérbios 23:31, 32).

Isso significa que não podemos usufruir dos benefícios dos flavonóides e do resveratrol? De maneira alguma. Segundo a Dra. Martha Grogan, da Clínica Mayo (EUA), estudos recentes indicam que o suco natural de uva pode ter os mesmos benefícios cardiovasculares do vinho tinto. Esta é uma boa notícia para quem quer os benefícios da uva sem os efeitos indesejáveis do álcool. Existe atualmente grande variedade de sucos integrais de uva nas prateleiras, muitos deles sem açúcar, conservantes ou outros aditivos químicos. Outra opção seria comprar uvas vermelhas em caixas e produzir suco em casa. É mais trabalhoso, mas, sem dúvida, muito saudável e saboroso.

Luiz Fernando Sella

Fonte: Outra Leitura
(http://www.outraleitura.com.br/web/artigo.php?artigo=118:vinho_t_faz_bem_a_saude?)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Um Planeta Poluído pelo Plástico

Será muito tarde para mudar?

Por Allan R. Handysides

Durante minhas viagens de trabalho, muitas vezes vejo cenas de desespero humano. Poucas situações me comovem mais do que ver seres humanos revirando lixo. Quando se trata de crianças, a cena é ainda mais dolorosa de se ver.

Apenas duas semanas antes de escrever essas palavras, observei, em agonia, jovens procurando comida em um lixão em Madagáscar. Anteriormente, durante outra viagem, vi pessoas vasculhando um enorme depósito de lixo, na Índia. Mais assustador foi saber que essas pessoas vivem na lixeira. Elas dormem ali, criam os filhos e morrem ali. Em meio ao lixo, a vida dessas pessoas se resume ao mero imperativo da existência. Como o Evangelho pode penetrar tal nível de necessidade?

Essas ideias foram recentemente salientadas quando li um livro de Alan Weisman intitulado O Mundo sem Nós. O autor é evolucionista, mas descreve sua visão do que aconteceria com a Terra se a humanidade fosse misteriosamente removida. Sua formação científica permite-lhe imaginar cenários e ainda pintar um futuro horrendo, se os homens e mulheres não desaparecerem do planeta.

Enorme Depósito de Lixo
Weisman descreve que a possibilidade de toda a Terra tornar-
se um enorme depósito de lixo é incontornável. Isso reforça 
minha crença de que Jesus precisa voltar logo e de que todos 
os seres humanos são parte do problema da poluição; portanto, devem ser parte de qualquer melhoria da condição da Terra.

No capítulo intitulado “Os Polímeros São Para Sempre”, Weisman descreve o trabalho de vários biólogos marinhos. Um deles, Richard Thompson, enquanto cursava a faculdade, ajudou a limpar uma das praias da Grã-Bretanha. Removendo algumas toneladas de lixo trazido para a terra todos os dias, ele observou que as maiores peças flutuantes pareciam ter sido trazidas pelo vento. Isso significa que ele estava limpando o lixo flutuante da Irlanda e Inglaterra, o qual estava se acumulando no litoral da Escandinávia. Ao contrário dos grandes materiais flutuantes, no entanto, Thompson encontrou uma enorme quantidade de pequenas partículas de lixo, geralmente despercebidas entre as garrafas, sacos plásticos, pneus de automóvel, pedaços de corda e tampas plásticas.

Hoje, como professor da Universidade de Plymouth, na Inglaterra, Thompson ressalta uma subespécie de partículas chamadas “nurdles”, encontradas nas águas em torno de Plymouth. Com o formato de pequenos bastões uniformes, medindo cerca de dois milímetros de comprimento, essas 
“nurdles” são a matéria-prima usada para criar produtos plásticos de qualquer formato concebível. Thompson diz que elas devem ter sido levadas pelas correntes por centenas de quilômetros, porque não existem fábricas de plástico na região de Plymouth.

A ação das ondas tritura as partículas plásticas em tamanhos cada vez menores. Quando os fragmentos da partícula foram analisados no laboratório de Thompson, ele descobriu que um terço eram fragmentos biológicos, um terço eram partículas plásticas e o outro terço, composto de partículas sem definição exata, mas são polímeros plásticos de alguma espécie.

No início do século 20, Alistair Hardy, também biólogo marinho, iniciou uma coleção de amostras do mar coletando o krill (crustáceo minúsculo, parecido com o camarão) em um dispositivo especial e concebido para ser arrastado para trás dos navios em movimento, no oceano.

A amostragem tem continuado desde o início do programa 
com o armazenamento de espécimes, fornecendo uma história cronológica dos oceanos em todo o século passado. O aparato draga cerca de dez metros abaixo da superfície coletando o krill. Essas pequenas criaturas são parte da 
camada rochosa da corrente alimentar da Terra. Elas ingerem 
minúsculas partículas e funcionam como uma micropeneira no oceano.

O plástico existe há apenas setenta anos e, na primeira metade do século, não esteve presente nas amostras. Nos anos 1960, entretanto, descobriu-se que os krills estavam ingerindo partículas plásticas. Lá pelos anos 1990, a presença de plástico no oceano havia triplicado.

O plástico não se decompõe; torna-se apenas mais particulado – pequeno o suficiente para ser ingerido pelo minúsculo krill. Estamos acostumados a fotografias de tartarugas comendo sacos plásticos, de pássaros estrangulados por linhas plásticas ou fios de nylon, mas os menores animais do mundo estão ingerindo micropartículas plásticas, com consequências letais.

Não é novidade para os fabricantes de plástico que seu produto não é biodegradável. Cientes das montanhas de lixo plástico, as fábricas criaram os sacos plásticos “biodegradáveis”, feitos de uma mistura de celulose e plástico. A celulose desfaz-se muito bem, pois é basicamente um açúcar, mas as partes plásticas permanecem − com a diferença de que, agora, estão em forma de micropartículas e mais facilmente levadas para o oceano.

Está em Toda Parte!
O plástico está em todo lugar. Recentemente, contei os frascos plásticos em meu próprio banheiro. Ao redor do perímetro da banheira, estavam dois frascos de xampu, dois de condicionador, um de sabonete líquido e um de sabonete facial. Na prateleira do outro lado do banheiro, estavam as embalagens plásticas do hidratante e dos medicamentos manipulados. O cesto de lixo estava vestido com um saco plástico. Percebi que minha escova de dente e a de cabelo são feitas de plástico, assim como o saco onde transporto meu “kit” de viagem. E não para por aí. Se o mundo continuar, daqui a mil anos, essas “utilidades” plásticas persistirão como detritos em alguma praia enferma.

Milhões de garrafas plásticas são usadas todos os dias por um incalculável número de pessoas cuja fonte de água é segura, mas preferem a conveniência de uma garrafa descartável. Em vez disso, um simples filtro pode tornar o sabor da água de qualquer cidade americana tão bom quanto o da água engarrafada. Por que não beber de uma garrafa de metal reabastecida em casa?

As partículas plásticas dos abrasivos faciais que usamos para nos embelezar escorrem pelo esgoto e finalmente, até o mar. Não em quantidade suficiente para serem levadas pelo vento, mas por poderosas correntes profundas. Weisman diz que elas estarão por ali “para sempre”.

Até mesmo quando limpamos a sujeira de nossos animais de estimação, colocamos seus excrementos em saco plástico. Nossa sociedade “descartável” transformou-se numa engrenagem em tão alta rotação que vastas áreas do oceano têm se tornado, lentamente, latrinas rotativas.

O giro subtropical do Pacífico Norte é um despejo de 16 milhões de quilômetros quadrados no oceano. Esse vagaroso sifão giratório do esgoto do Pacífico é um dos seis sistemas semelhantes existentes nos oceanos do mundo. Amostras desse atoleiro flutuante revelam que partículas plásticas superam o plâncton em seis vezes.

As partículas de plástico marinho têm a capacidade de agir como uma esponja para venenos como o DDT e o tóxico polychrotidae biplanos (PCBs). Antigamente, era usado para deixar o plástico mais maleável, mas devido à sua toxidade, em 1970, foi proibido. Mesmo assim, os fragmentos pré-1970 espalharão seu PCB por séculos, se tiverem oportunidade.

Tony Andrady, um dos maiores especialistas em plástico, diz: “Cada pedaço de plástico fabricado em todo o mundo durante os últimos 50 anos ainda permanece no meio ambiente.” Isso é mais de um bilhão de toneladas de material!

É provável que, para nós, seja inconcebível viver sem o plástico. Mas, pelo menos, devemos reciclá-lo. Atualmente, reciclar custa mais que produzir um novo, porque não contamos seu custo para o planeta. A reciclagem precisa tornar-se mais fácil e rentável, e os produtos reciclados deveriam receber incentivos ficais.

Mesmo as pequenas mudanças fazem grande diferença. Quando lhe derem a opção entre saco plástico ou de papel, em um supermercado, pode lhe parecer que optando pelo plástico, estará salvando as árvores. Escolha errada! Opte sempre pelo tecido ou saco de papel.

Quando Isso Vai Terminar?
Toda essa poluição acabará em breve? Felizmente, como adventistas, cremos que sim. Entretanto, enquanto formos incumbidos como mordomos da Terra e ocupá-la até Jesus voltar, mesmo os países considerados pequenos continuarão produzindo milhares de toneladas de sacos plásticos todos os meses. Quanto aos “nurdles”, são produzidos cerca de 113 bilhões de quilos por ano. É uma quantidade bem grande para um produto quase indestrutível! É esse o modo como as pessoas estão cumprindo seu papel como mordomos da Terra? É desta forma que estamos cuidando da criação de Deus?

O plástico é apenas um dos milhares de produtos descartados que nosso mundo consumista está produzindo. Com a disseminação da industrialização no mundo, a quantidade de resíduos de produtos está aumentando. Só os entulhos de nossos computadores “obsoletos” já são gigantescos. O dióxido de carbono está aquecendo o planeta e, ao mesmo tempo, sujando a atmosfera. Resíduos radioativos com meia-vida de milhares de anos, ainda estão sendo produzidos.

Já não é tempo de pensarmos seriamente em nossa parcela de culpa por encher a Terra com lixo? Certamente, como guardiões do planeta, precisamos aprender a consumir menos, conservar mais e cuidar melhor do que Deus criou com Suas mãos.

Em Apocalipse 11:18, a Bíblia fala que Jesus voltará para destruir aqueles que destroem a Terra. Quando menino, a Terra me parecia tão vasta, tão imensa, que para uma insignificante geração de homens e mulheres destruí-la parecia incompreensível. Hoje, com a população cada vez mais crescente e a proliferação industrial, a destruição da Terra parece muito possível, até mesmo provável. Ela está envelhecendo como uma roupa, e somos nós que a estamos vestindo!

Ao nosso planeta se encolher “embrulhado em plástico”, todo tipo de vida é espremido e distorcido. À medida que o mundo se torna mais e mais como um amontoado de lixo e poluição, Deus deve olhar para nós com espanto. Mais uma vez, estamos freneticamente envolvidos com a “cura” e desprezando a prevenção.

Pode ser muito fácil dizer: “Jesus um dia vai transformar tudo.” Mas não quero estar entre os que fizeram tudo errado! Certamente, respeitamos Deus o suficiente para honrar a obra das Suas mãos.

Allan R. Handysides é diretor do 
Departamento de Saúde da 
Associação Geral da IASD.

Fonte: Adventist World
(http://portuguese.adventistworld.org/issue.php?issue=2009-1004&page=11)

Blogagem Coletiva pelos Blogs Comportamento Cristão e Fazendo o Mundo Melhor.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Lesões na vida humana originadas na mídia

Será que a mídia – TV, rádio, jornais, revistas, internet – participa do surgimento de distúrbios comportamentais nas pessoas? Gravidez indesejada, sexualidade precoce, doenças sexualmente transmitidas, dependências químicas, depressão, transtornos de ansiedade, violência, podem ser, entre outros fatores, facilitados pela mídia? Estudos revelam que jovens que assistem muitos programas de TV carregados de cenas de sexo apresentam duas vezes mais chances de relacionamentos que terminam em gravidez do que os que não os assistem. A exposição precoce ao sexo na mídia facilita a gravidez indesejada e faz com que o início da vida sexual seja muito antecipado. Ter órgãos sexuais prontos para a relação sexual não é o mesmo que ter a mente pronta para isso e para as consequências disso. Os jovens adolescentes não estão prontos emocionalmente para sexo.

A sociedade se tornou pornográfica. Muito, infelizmente. Pornografia destrói um monte de coisas, desde a mente do praticante dela, até famílias. Programas humorísticos na TV, que antes eram “familiares” porque apresentavam algum humor “inocente”, hoje são carregados quase que totalmente de sensualidade e exposição sexual. Uma deseducação liberada e depravada. A censura do que destrói preserva a liberdade e a sanidade.

Jovens pré-adolescentes e adolescentes de ambos os sexos, estão sendo afetados negativamente apresentando estresse, ansiedade exagerada e tristeza importante por causa da sexualização prematura e também pelo estilo de vida materialista. São jovens que se sentem forçados a crescer precocemente tanto para “produzirem sexo” quanto dinheiro no mercado de trabalho. Tudo o que é precoce tem um preço. Seja no reino vegetal ou animal. Cada coisa tem seu tempo apropriado, mas se você força para estar pronto antes do timing, alterações negativas ocorrem na saúde.

Seria melhor para as crianças viverem livres em meio à natureza até os 6 ou 7 anos de idade, educadas pelos pais em casa ao invés de serem confinadas em creches. Os pais que entendem com o coração e a razão iluminada pela verdade do sentido não materialista da vida, podem decidir ganhar menos dinheiro e proteger seus filhos cuidando deles em casa com uma educação equilibrada.

Quanto menos exposição à má mídia, melhor para as crianças e todos. Preserva a mente de artificialidades que a destroem. Uma equipe de cientistas psicólogos liderada por Bjarne Holmes e Kimberly Johnson de uma universidade de Edimburgo, analisou 40 comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005 em filmes e lidas em revistas e chegaram à conclusão de que elas oferecem uma falsa ideia de “amor perfeito” ou “alma gêmea” que poderia ser encontrada na vida.

As pessoas viciadas em novelas românticas perdem a capacidade de ter saudável comunicação com seus companheiros porque pendem para um mundo ilusório. Esses cientistas sugerem que a mídia fornece uma forte influência negativa na mente das pessoas através desses romances porque as mensagens passadas são as de que é possível encontrar pessoas perfeitas, sexo perfeito, “alguém” perfeito para você a ponto de não ser preciso conversar sobre os problemas, resolver as diferenças, lutar pela felicidade através da compreensão melhor de si e do outro.

Também a equipe de psicólogos verificou que apesar de a maioria das pessoas entender que não é realista encontrar um relacionamento perfeito, as imagens e conceitos da mídia exploradora e divulgadora de romances “perfeitos” exercem forte poder mental nas pessoas e isso de uma forma um tanto inconsciente. Esses romances não mostram a realidade de que um bom relacionamento leva anos para ser construído e exige de cada pessoa um trabalho individual de autocrescimento emocional.

As lesões na vida humana originadas na mídia são inevitáveis no que diz respeito à mídia comercial cujo interesse máximo é a produção de dinheiro, custe o que custar. Mas tem jeito se você resistir, selecionar o que é saudável e optar por ler, assistir, pensar e meditar no que produz bons pensamentos, emoções equilibradas e ações construtivas. A esperança é que temos a capacidade de escolha.

Fonte: Portal Natural

O papel da Igreja Adventista nos nossos dias

Breve retrospetiva histórica

A Igreja Adventista do Sétimo Dia foi estabelecida há mais de século e meio com um propósito claro e definido. O seu surgimento e formação, não foram fruto de um acaso qualquer, de uma simples fusão de interesses e objetivos comuns, tampouco o resultado de um esporádico despertamento religioso. Pelo contrário, a mão divina esteve ao leme deste movimento desde o primeiro momento, suscitando entre as fileiras do povo crente de então, um remanescente para proclamar a última mensagem de advertência aos habitantes da Terra (Apocalipse 14:7).

Desde esses idos entre 1840 e, na sua forma já organizada, 1860, o mundo sofreu mudanças tão drásticas como nunca antes em qualquer fase da História. A ciência e o conhecimento (secular e espiritual) multiplicaram-se enormemente (Daniel 12:4), ao ponto de hoje vermos em poucos meses progressos que durante milénios foram simplesmente impensáveis. A própria sociedade aceitou, talvez forçada, essas mesmas mudanças, apresentando hoje características tão divergentes e mutáveis que quase não há tempo para as catalogar e gerir.

A Igreja Adventista no mundo atual

A própria Igreja Adventista do Sétimo Dia é prova disso; desde um pequeno grupo de crentes, primeiro na América do Norte, depois espalhando-se gradualmente por várias partes do mundo (Mateus 28:19), estamos hoje transformados numa comunidade mundial que cresce a um ritmo superior ao da própria população mundial. Em cada ponto do planeta onde há presença adventista, conseguimos identificar realidades distintas de todos os outros, quer sejam culturais, sociais, ambientais, ou de qualquer outra ordem.

Esta situação resulta tanto em desafios como em oportunidades. Daí que, mais do que elaborar a habitual lista de competências que a Igreja deve manter no mundo – que de tanto repetida e tão pouco posta em prática, já se banalizou como recorrente ferramenta de discurso a partir dos nossos púlpitos – há que tentar perceber o que pode cada Igreja ser na respetiva comunidade onde está inserida, que cumpra com a missão evangélica, de resto inalterável, que lhe foi dada no princípio, sem abdicar de qualquer dos valores e princípios que são inerentes ao nome Adventista do Sétimo Dia.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem hoje forte presença nas áreas da saúde, educação e auxílio humanitário por todo o mundo. Onde quer que haja necessidade ou oportunidade, ali está a mão auxiliadora da Igreja, fazendo-se reconhecer como uma força válida na procura do bem-estar e realização do ser humano, sendo admirada por governos e instituições. Nunca como motivo de orgulho vão, que leve a esconder as nossas responsabilidades individuais atrás do que está feito, deve ser este um forte incentivo à continuação dos esforços que a Igreja tem de provocar impacto positivo e decisivo onde quer que esteja.

A Igreja Adventista vista pelo lado de dentro

Entre os membros da Igreja, muitos há vivem numa quase solidão congregacional, onde os seus momentos espirituais se resumem à Lição da Escola Sabatina e à frequência da Igreja no Sábado de manhã. O seu contato pessoal com a liderança da Igreja resume-se à – por vezes mecânica e robotizada – saudação no final do Culto de Adoração. A palavra irmandade apenas torna formal um conceito, cuja realidade é bem distinta. Eles estão sozinhos, e precisam ser fortalecidos.

Ao contrário daquilo que é habitual entre aqueles que normalmente ocupam cargos de liderança na Igreja, uma boa parte dos crentes tem poucos ou mesmo nenhum outro familiar que partilhe da fé Adventista do Sétimo Dia. As influências que os rodeiam a cada instante são totalmente opostas àquilo que aprendem nos nossos templos ou com a nossa literatura. Estão permanentemente expostos a conversas e práticas que não se coadunam com a sua forma de pensar e atuar. Muitos são crentes recentes que se sentiram tão apoiados no período antes do batismo, para agora se verem como apenas mais um elemento na (e não da) comunidade.

Outros há que, membros há muito tempo, apenas ocupam formalmente os bancos da Igreja. Satisfazem-se em fazer parte numericamente, julgando dessa forma cumprir os requisitos para a salvação. Pior ainda, é verificar que enquanto as Escrituras fazem o constante apelo ao arrependimento e conversão como tema maior, muitos membros Igreja Adventista do Sétimo Dia cedem cegamente às conveniências imediatas, passeando o seu suposto e inquebrável estatuto de pré-salvação – algo que, de resto, apenas nos torna túmulos caiados (Mateus 23:27), nada mais.

Ser vs. fazer e dizer

Mantendo-se, como sempre, fiel à Sua promessa, deixou-nos o Senhor através da pena inspirada claras indicações adicionais de como nos devemos comportar e agir nestes últimos dias.

E, rebuscando os velhos compêndios que tanto valorizamos e nos distinguem – juntamente, e acima de tudo, com esse Eterno volume que é Bíblia – podemos olhar para o nosso movimento hoje, em particular no nosso país e dizer que estamos a mostrar Jesus ao mundo? Podemos afirmar que este movimento corre hoje para o encontro com o Senhor nos ares (I Tessalonicenses 4:17)? Ou estamos tão distraídos na nossa mornidão laodiceana que nem nos apercebemos do vómito divino (Apocalipse 3:16) que está prestes a atirar-nos para fora do Reino do Altíssimo?

Num mundo cada vez mais competitivo e arrasador para aqueles que perdem ou vão ficando desatualizados, que efemeramente honra vencedores e corrosivamente destrói os derrotados, a Igreja não pode correr o risco de valorizar mais o dizer e o fazer, em detrimento daquilo que provocou a real mudança de vida nos nossos pioneiros: o ser Adventista do Sétimo Dia (Levítico 20:26).

Exige-se que as comunidades adventistas, antes de pensarem sequer no que podem fazer ou em como podem atuar no lugar onde estão, se preparem para essa tarefa, sendo Adventistas do Sétimo Dia em tudo o que diga respeito à sua vida. Ser Adventista do Sétimo Dia não é um evento, um programa; é um estilo de vida. E enquanto cada membro não for capaz de se deixar transformar por Jesus num verdadeiro Adventista do Sétimo Dia, a Igreja, como grupo que reflete inexoravelmente as condições individuais, igualmente nunca o será na sua essência real, prática.

Os líderes da Igreja, principalmente Pastores mas também os seus oficiais mais destacados, precisam rever seriamente as suas posturas perante a vida.

Perguntemo-nos: através da nossa vida diária, que testemunha mais do que as nossas palavras, demonstramos estar a construir para a eternidade ou somente para este mundo? Os locais que frequentamos, as ocupações e entretenimentos que desfrutámos, as construções e compras que fazemos, manifestam uma disposição para as coisas do alto, ou uma distração e conformidade com as coisas de baixo (Colossenses 3:2)?

Mais cegos ficamos quando cedendo à tendência fácil de ser igual ao que nos rodeia, corremos o risco de perder o nosso foco ao gastamos demasiadas energias e recursos (de toda a espécie) em fórmulas ultra-modernas e técnicas super-avançadas de fazer avançar o evangelho. E sendo que novos métodos e estratégias não devem ser em caso algum descurados, não devemos valorizar demasiado a forma em detrimento do conteúdo.

Ao nos tornarmos demasiado profissionais, esquecemos o contato de amor, de amizade e companheirismo; e em vez de produzirmos almas para a salvação, quando muito apenas tentamos acrescentar números à estatística…

O que procura o mundo hoje?

As páginas dos jornais estão diariamente carregadas com notícias de índole económico, financeiro e social, que embora espalhem o pessimismo entre as pessoas, refletem a realidade do mundo de hoje. Talvez também por isso, uma qualquer visita rápida a uma livraria é o suficiente para nos apercebermos da quantidade, até há bem pouco tempo impensável, de livros sobre auto-ajuda, auto-realização, a procura da felicidade, etc..

Há que parar e perguntar: porque razão isto acontece? O que, de fato, procuram as pessoas?

Num mundo que de problema em problema, apenas dá a garantia de não ter solução para eles, surge no coração de muitos a necessidade de procurar por si próprios a segurança que não conseguem encontrar há muito. Desencantados com governantes e líderes em cujas mãos não está mais do que tentar evitar males maiores, procuram uma saída que lhes traga a paz, o sossego à alma e uma esperança maior em relação ao futuro.

Com certeza que encontraremos também pessoas que simplesmente não quererão ocupar as suas mentes com qualquer assunto espiritual, preferindo viver aquilo a que chamam os prazeres da vida. Para esses, é uma questão de tempo, se o tiverem, para se aperceberem que, na realidade, este mundo pouco tem de satisfatório. E nesse momento, passarão para o grupo descrito anteriormente, se souberem responder ao apelo do Senhor.

O papel a desempenhar pela Igreja Adventista

Em face disto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia deve assumir declaradamente a sua missão em anunciar Jesus ao mundo perdido. E aqui, ao contrário de quase tudo aquilo que nos rodeia, nada de essencial mudou ainda em 160 anos…

Naturalmente que contextualizando a Igreja na sociedade em que está inserida, encontramos uma explosão do evangelho nos países menos ricos e/ou desenvolvidos, e grandes dificuldades de expansão nas zonas onde o secularismo prevalece. Mas em todos os lados, encontraremos pessoas que querem ouvir falar de Jesus.

O momento crucial da História em que nos encontramos não pode ser assumido levianamente. Por todo o lado se ouvem notícias e rumores da degradação constante das condições de vida – talvez não seja difícil comprovar que a palavra mais usada hoje em todo o mundo é ‘crise’.

Como Adventistas do Sétimo Dia, devemos perceber que a maior crise de todas não é aquela propagandeada pelos mídia. Enquanto os poderosos do mundo entretêm as pessoas com discursos, estratégias e supostas medidas de resolução, os Adventistas do Sétimo Dia precisam urgentemente refocar as suas energias na urgente mensagem da Segunda Vinda de Jesus, tornando-a, primeiramente, o ponto central das suas vidas, para depois a entregarem ao seu próximo.

Este propósito, aliado à falta de respostas por parte de uma sociedade cada vez mais agonizante, fará brilhar a luz que o evangelho fala, e à qual a alma honesta, ainda em trevas, não ficará indiferente.

Áreas de intervenção

No âmbito das atividades e programas da Igreja Adventista do Sétimo Dia, sugiro alguns aspetos práticos para os quais deverá haver especial atenção.

a) Preparem-se programas de Escola Sabatina eficazes, completos em conteúdo, com profundo estudo e dedicação durante cada dia da semana por parte dos seus Animadores;

b) Os Pastores e outros pregadores, dediquem-se à meditação e oração frequente, não apenas e quando pela responsabilidade imposta de ocupar o púlpito;

c) Sejam apresentadas ao povo pregações que reflitam a real e profunda vocação da Igreja: o arrependimento dos pecados e a proclamação da breve volta de Jesus;

d) Potencie-se o maior número possível de irmãos nas diferentes tarefas do Sábado de manhã, e não apenas naquelas que são tidas como secundárias;

e) Organizem-se reuniões de Sábado à tarde atrativas e produtivas em real conteúdo bíblico, e não meros passatempos e entretenimentos para ocupar a mente por momentos;

f) Entreguem-se responsabilidades a jovens (desde a adolescência) consagrados que sirvam de exemplo, incentivo e liderança para outros;

g) Renovem-se as reuniões de oração para que não constem de um fardo a meio da semana mas de um vibrante refrigério, com hinos, testemunhos, etc.;

h) Promovam-se programas de caráter profundamente evangelístico, com forte empenho e entrega pessoal e de relacionamento, em que a componente técnica seja o mais discreta possível;

i) Visitem-se os membros e amigos da igreja nos seus lares, estude-se ali a Bíblia e transmita-se uma palavra de amizade, ânimo e conforto que saia do coração e não de lábios pré-formatados;

j) Os membros e respetivas famílias, principalmente os que residem mais afastados da igreja, reúnam-se nas casas estudando a Bíblia, o Espírito de Profecia e orando.

Conclusão

O tempo para se ser transformado pela graça de Deus é hoje (Hebreus 3:13, 15). Em breve não haverá mais dia para proclamar a mensagem. Por muito que pensemos ser essa uma responsabilidade alheia ou esquecida, está nas mãos de cada Adventista do Sétimo Dia abreviar o retorno majestoso do Rei no Universo.

Deus chama hoje cada membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia a dar esse passo em frente na Sua direção. Deus quer que cada alma provoque um impacto no lugar onde está ou para onde for chamado. No entanto, só o poderá fazer depois de renovada e transformada pelos méritos do Salvador do mundo.

Está nas mãos de cada membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia tomar a decisão de se entregar mais ao Senhor. Ao deixar de vez as cadeias que o prendem a esta terra estéril, prepare-se ele para o grande dia da volta de Jesus e ajude outros a fazer o mesmo.

Então, o fim chegará. E, como diz a pena inspirada, o pequeno rebanho finalmente encontrará um lar.

P.S.: esta reflexão foi escrita a pensar e tendo em conta a realidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal. Cada leitor que a contextualize à sua realidade, caso não seja a mesma que foi objeto do artigo.

Fonte: O Tempo Final
(http://otempofinal.blogspot.com/2009/04/o-papel-da-igreja-adventista-nos-nossos.html)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Cadastro no BlogBlogs

Estou cadastrando os meus Blogs no BlogBlogs e o Comportamento Cristão não poderia ficar de fora, então, agora também fazemos parte da comunidade BlogBlogs.

BlogBlogs.Com.Br

sábado, 11 de abril de 2009

Campanha "Adote uma Caneca"

Gostaria de sugerir a todos a seguinte idéia:

A campanha "Adote uma Caneca", que visa reduzir o consumo de copos plásticos e seu impacto ambiental mediante a utilização de canecas.

Desse modo as pessoas vão contribuir em nossas igrejas, fábricas, escritórios, e etc., reduzindo os danos ambientais e diminuindo a quantidade de lixo, com a boa consequencia do cuidado do meio ambiente (e de quebra há corte de gastos com a redução do uso dos copos descartáveis).

Essa idéia já é adotada por algumas faculdades e orgãos públicos espalhados pelo país, recentemente tive conhecimento que a mesma campanha foi adotada pelo Tribunal Regional Eleitoral - TRE no estado de São Paulo.

Eu já lancei a campanha em minha igreja, e aderi a essa prática em meu local de trabalho. Agora é sua vez!

Você pode pegar um modelinho de arte (modelo usado aqui na igreja que participo) em Word que pode ser utilizado (é bem simples, mas o que vale é a idéia), neste link AQUI (é de meu perfil na rede Agentes de Esperança).

Aos nossos Designers cabe pegar a idéia e melhora-lá.

______
Esta é uma blogagem coletiva. Os Blogs participantes são: Direto do Front, O Definitivo, Fazendo um Mundo Melhor e Comportamento Cristão.

Caso queira aderir a campanha me mande um email e adicione este post a seu blog. (email AQUI)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O Fim da América Cristã

O artigo de capa da revista Newsweek, do dia 13/4/09, escrito por Jon Meacham, trará o título: "O Fim da América Cristã".

O alarde surgiu com a divulgação da 2009 American Religious Identification Survey. O número de americanos que se dizem não ter afiliação religiosa quase dobrou desde 1990, indo de 8 para 15 por cento. Outro detalhe que chamou a atenção foi o fato de a região Nordeste dos Estados Unidos ter se destacado nesse sentido.

Segundo R. Albert Mohler Jr., presidente do Southern Baptist Theological Seminary, "os contornos mais básicos da cultura americana têm sido alterados radicalmente. O consenso judeu-cristão do último milênio está dando lugar para uma crise cultural pós-moderna, pós-cristão, pós-ocidental que desafia a essência da nossa cultura".

Ainda, de acordo com a pesquisa, a porcentagem daqueles que se identificam como cristãos passou de 86 para 76%. Atualmente, os judeus são 1,2% e os muçulmanos, 0,6%. Enquanto isso, o número de pessoas que se descrevem como ateístas passou de 1 milhão para 3,6 milhões desde 1990.

Outros dados interessantes apontam que menos pessoas consideram os Estados Unidos uma nação cristã, desde o ano passado, sendo que 68% dos entrevistados acha que a religião está perdendo influência na sociedade americana. Aqueles que pensam que a religião pode solucionar todos os problemas atuais nunca foram tão poucos--48%.

O artigo ainda apresenta uma perspectiva histórica do uso do termo "pós-cristão" e conclui: "Ser menos cristã não significa necessariamente que a América é pós-cristã".

Fonte: Crescimento da Igreja
(http://mecdias.blogspot.com/2009/04/o-fim-da-america-crista.html)

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O que é o Jugo Desigual?


Aqueles que trabalham com aconselhamento para jovens e adolescentes já perceberam que existem algumas temáticas que estão ficando cada vez mais frequentes: estilos de música, depressão, masturbação, bebidas alcoólicas, divertimentos, sexo antes do casamento, entre outros.

Um desses "outros" temas muito discutido e, infelizmente, presente em grande parte de nossas congregações é o JUGO DESIGUAL, ou seja, o namoro, noivado ou casamento de um Adventista com um não-Adventista, apesar dos frequentes apelos e orientações enviadas às igrejas, através dos livros, revistas, lições e demais publicações voltadas ao público jovem. Parece que, em matéria de "coração", não damos muita atenção ao "Assim diz o Senhor".

É comum ouvirmos expressões do tipo:

"Na igreja não há bons rapazes para se namorar".
"As meninas são muito inconstantes".
"Meu(minha) namorado(a) não é Adventista, mas é mais cristão(ã) do que muitos Adventistas que conheço".
"Já procurei mas não encontrei ninguém que me atraia na igreja".
"Ele(a) é super compreensivo, e não me impede de viver a minha fé".
"Eu tenho certeza que ele(a) se converterá futuramente".
"Eu conheço um casal que casou em jugo desigual, mas depois ele(a) se converteu e hoje vivem felizes na igreja".


E por ai vai...

Este tema é muito importante, pois é uma das maiores causas de apostasia entre os jovens Adventistas da atualidade. Portanto, é necessário que ele seja amplamente debatido e os jovens recebam o devido aconselhamento para que tenham relacionamentos saudáveis, duradouros e fundamentados na Palavra de Deus - nossa FONTE de fé e prática. Não basta apenas "disciplinar" (o que, aliás, não me parece correto pelo Manual da Igreja, como já escrevi aqui anteriormente).

Em 2003, quando realizei um trabalho evangelístico na cidade de Maceió-AL, conheci uma jovem senhora que, na época, já fazia 22 anos que estava casada, e me falou que NUNCA havia sido feliz em seu casamento. O motivo? Jugo desigual...

Ela era uma jovem atuante na igreja, nascida em lar Adventista, mas que se deixou influenciar por uma "paixão" da adolescência, que transformou-se em namoro, noivado e... casamento. Seu esposo, desde o início, demonstrou que não era um "bom partido", mas ela me disse que parecia estar "cega" aos sinais que Deus lhe enviava constantemente. O resultado? Uma vida inteira de infelicidade e declínio na fé, e agora com os filhos...

Devido ao fato de o número de mulheres ser bem superior ao de homens em nossas congregações, parece que as jovens estão mais sujeitas a enveredarem pelos caminhos tortuosos e perigosos do jugo desigual. Por isso, os líderes (pastores, anciãos, diretores de jovens, etc.) precisam atentar para uma "lacuna" que existe em alguns lugares, no sentido de que não são promovidos encontros, seminários, eventos, etc., que permitam aos jovens Adventistas conhecerem outros solteiros dentro dos nossos "arraiais". A Internet tem ajudado para encurtar distâncias, mas, como eu disse recentemente a uma jovem que me procurou para aconselhamentos neste sentido, todo homem na Internet é rico, bonito, inteligente, romântico, respeitador, etc... Portanto, queridas jovens, cuidado! rsrs

1. O Jugo Desigual

A Bíblia contém amplos conselhos que orientam a uma boa escolha do parceiro para a vida. Em 2Co 6:14 encontra-se um excelente e clássico exemplo: “não vos prendais ao jugo desigual com os incrédulos”.

Já na época de Abraão, havia preocupação por parte dos pais religiosos sobre este assunto (Gên. 24:3). O Comentário Adventista diz que “a demora em fazer planos para o casamento de Isaque, provavelmente se devia ao desejo de Abraão, em evitar que seu filho tomasse por esposa uma Cananéia”. Semelhantemente, Isaque pediu a Jacó para não tomar “esposa de entre as filhas de Canaã” (Gên. 28:1) pois, “ele não as via com bons olhos” (Gên. 28:8). Posteriormente, após o êxodo, Deus proíbe Seus filhos de contraírem matrimônio com as filhas das outras nações (Deut. 7:3), porque, "não pode haver felicidade nem segurança nas alianças feitas com os que não amam nem servem a Deus. As trágicas experiências de Esaú (Gên. 26:34, 35) e Sansão (Jz 14:1) são testemunho eloqüente em favor da admoestação divina de manter-se separados dos incrédulos” (CBASD).

Avançando ao Novo Testamento, observar-se-á que Paulo também coloca a impossibilidade de ligação entre o santuário de Deus e os ídolos, por isso, um acordo ou uma aliança entre crentes e incrédulos é igualmente inconcebível. Pois, “quando se trata de uma relação tão estreita como o matrimonio, o cristão que verdadeiramente ama ao Senhor, em nenhuma circunstância se unirá com um incrédulo, mesmo que tenha a nobre esperança de ganhá-lo para Cristo, o que em outras circunstancias seria digno de elogio” (CBASD).

É bom lembrar que "jugo desigual" significa uma "diferença" entre o casal, ou seja, também entre dois Adventistas ele pode ocorrer: idades muito diferentes, nível social muito diferente, escolaridade muito diferente, ideais de vida muito diferentes, etc.

2. Vitimas do Jugo Desigual

Ellen White também afirma que “o corpo deve ser o servo da mente, não a mente a serva do corpo” (Patriarcas e Profetas, pág. 562). Esse principio é fundamental na escolha de um(a) namorado(a), pois “houvesse Sansão obedecido às ordens divinas tão fielmente como fizeram seus pais, e seu destino teria sido mais nobre e mais feliz” , no entanto “uma jovem que habitava na cidade filistéia de Timna, conquistou as afeições de Sansão e ele decidiu fazer dela sua esposa. A seus pais tementes a Deus, que se esforçavam por dissuadi-lo de seu propósito, sua única resposta era: ela agrada os meus olhos. os pais finalmente aderiram aos seus desejos, e realizou-se o casamento” (Idem).

“Em sua festa nupcial foi levado sansão à associação familiar com os que odiavam a Deus. Quem quer que voluntariamente entre para uma relação tal, sentirá a necessidade de se conformar até certo ponto com os hábitos e costumes de seus companheiros... Quantas vezes se efetuam casamentos entre os que são tementes a Deus e os ímpios, porque a inclinação governa a escolha de marido e mulher!” (Idem, pág. 563).

Se o namoro em jugo desigual evolui para um casamento, como os filhos serão criados? Tomarão café ou cevada? Irão à escola dominical, sabatina ou à catequese? Comerão feijoada (mistura de "feijão" com "porcaiada")? Acreditarão em fantasmas ou no sono da morte? No por-do-sol da sexta estarão no culto da família ou assistindo Malhação? No sábado à tarde estarão na classe bíblica do juvenis ou na "pelada" com o papai? Etc... Etc... Etc...

3. O que diz o Espírito de Profecia?

De acordo com Ellen White, “seja todo passo em direção da aliança matrimonial caracterizado pela modéstia, simplicidade, e sincero propósito de agradar e honrar a Deus. O casamento afeta a vida futura tanto neste mundo como no vindouro. O cristão sincero não fará planos que Deus não possa aprovar” (Ciência do Bom Viver, pág. 359).

É indispensável observar esses pontos, pois “é da hora de seu enlace matrimonial que muitos homens e mulheres datam seu êxito ou fracasso nessa vida, e suas esperanças de existência futura” (O Lar Adventista, pág. 43). Lembra-se do exemplo da irmão lá de Maceió?!

“Procure para lhe ficar ao lado, aquela [jovem] que esteja habilitada a assumir a devida parte dos encargos da vida, cuja influencia o enobreça e refine, fazendo o feliz com seu amor” (Idem, pág. 45-46).

"Trará aquela a quem desposais, felicidade ao vosso lar? É econômica, ou há de quando casada, gastar não somente todos os seus rendimentos, mas todos os vossos, para satisfazer a vaidade, o amor da aparência? São seus princípios corretos nesse sentido?" (Idem, pág. 46).

"Receba a jovem como companheiro vitalício tão-somente ao que possua traços de caráter puros e varonis, que seja diligente, honesto e tenha aspirações, que ame e tema a Deus” (CBV, pág. 359).

“Evitai aquele que ama a ociosidade; evitai o que for zombador das coisa sagradas”, [pois] “Deus não dá Sua sanção a uniões que Ele proibiu expressamente” (cf. Lar Adventista, pág. 47 e 61).

4. O Namoro que Deus Aprova

O namoro é um passo importante na escolha, desde que seja seguido corretamente, pois “o modo secreto pelos quais se fazem namoros e casamentos é a causa de grande quantidade de miséria, da qual só Deus conhece a completa extensão” (Fund. Educação Cristã, pág. 103) .

“O jovem que anda em companhia de uma jovem e capta a sua amizade sem o conhecimento dos pais dela, não desempenha um nobre papel cristão para com a moça e seus pais... casamentos contratados sob tais influências não estão de acordo com a palavra de Deus” (Mens. Jovens, pág. 57-58).

“Os namoros e casamentos imprudentes, profanos não podem deixar de dar em resultado disputas, contendas, condescendência com irrefreadas paixões, na infidelidade de maridos e esposas, na indisposição para refrear os desejos voluntários desordenados, e na indiferença para com as coisas de interesse eterno” (Lar Adventista, pág. 53).

"[No namoro] os filhos de Deus não devem nunca se aventurar a pisar terreno proibido. O casamento entre crentes e incrédulos é proibido por Deus. Mas muitas das vezes o coração não convertido segue seus próprios desejos, e formam-se casamentos não sancionados por Deus. Por causa disso muitos homens e mulheres estão sem esperança e sem Deus no mundo” (Fund. Ed. Cristã, pág. 500).

Adaptado de materiais de autoria desconhecida

Conclusão

Se você já casou em jugo desigual, então "carregue sua cruz" e ore para que o Espírito Santo abrande o coração não-convertido do seu cônjuge.

Se ainda não casou, não endureça os ouvidos à voz do Espírito, e não trilhe caminhos que outros já trilharam e FRACASSARAM. Não se iluda! O(a) namorado(a) compreensivo(a) e tolerante acabará se tornando um(a) marido(esposa) incompreensivo e intolerante, que já não permitirá que você viva sua fé com alegria e liberdade.


"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? (2Cor. 6:14-15).


Lembre-se que "incrédulos" não são, apenas, aqueles que não crêem em Deus, mas também aqueles que crêem de uma forma deturpada, que acreditam em doutrinas fundamentadas em tradições humanas (por exemplo: santidade do domingo e imortalidade da alma), e que desprezam as advertências que o Senhor concedeu ao Seu povo nestes últimos dias.

Fonte: Blog do Prof. Gilson Medeiros
( http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/2009/04/o-que-e-o-jugo-desigual.html)

domingo, 5 de abril de 2009

Ele Amou o Presente Século...

Autor: Prof. Gilson Medeiros

A apostasia é um mal presente em todas as igrejas da atualidade. Infelizmente, os anos vão passando, e vemos dezenas de pessoas entrarem e saírem das fileiras de Cristo. Realmente, podemos identificar vários motivos que levam pessoas a abandonarem a Igreja e a Deus, mas o mais comum é o “amor” às coisas do mundo - especialmente entre nossos queridos jovens.

Você já ouviu falar em um jovem Adventista chamado Demas? Quem foi ele? O que podemos aprender de sua vida? Veja se você se identifica em algum aspecto com este jovem promissor, mas que teve um trágico fim.

No princípio de sua vida cristã, Demas era ativo na obra do Senhor. Ele era considerado um grande cooperador do apóstolo Paulo, mais ou menos no ano 60 d.C. (cf. Fim. 24). Certamente era alguém como muitos dos nossos jovens de hoje: ativo na Igreja, empenhado nas atividades missionárias, talvez até um Líder dos Desbravadores e do Clube de Jovens, ou até mesmo um "Calebe"...

Ainda por volta de 60 d.C., na carta aos colossenses, Demas é citado como companheiro de Paulo e de Lucas (cf. 4:14). A palavra grega utilizada por Paulo para identificar Demas como um cooperador, era o termo SUNERGOS, que identifica um companheiro de trabalho, de lutas e de sofrimentos.

Demas realmente se empenhava na participação ativa da evangelização, estando mesmo disposto a sofrer pelo Evangelho da salvação em Cristo Jesus, que ele estava ajudando a levar ao mundo de sua época. Mas algo aconteceu...

Tragicamente, lá pelo ano 67 d.C., no final do ministério de Paulo, Demas é contado entre os que abandonaram a fé (cf. 2Tim. 4:10). Paulo menciona em sua carta que o jovem companheiro o havia deixado para trás, e retornado para Tessalônica. O motivo que Paulo apresenta é muito apropriado para nossa reflexão - Demas “amou o presente século”.

O termo que Paulo utiliza em referência ao sentimento de Demas pelo mundo é AGAPAO, o mesmo usado no Novo Testamento para referir-se ao amor forte que deve unir-nos a Deus.

O “presente século” se refere ao tempo atual, à modernidade, às coisas que este mundo oferece para aqueles que contentam-se somente com o que podem aproveitar nesta vida (sexo fácil, drogas, vaidades, riquezas, poder, luxo, diversão livre, etc.). O grande problema de Demas foi perder de vista a herança prometida. Mas esta decisão de trocar as coisas espirituais e eternas, pelas materiais e passageiras, não ocorre da noite para o dia. Não!

A mudança é lenta e progressiva. Começa com a frieza nas atividades da Igreja:

- Oração (você tem perdido o desejo de orar? Ou talvez suas orações estejam se tornando mecânicas, frias, sem vida?);
- Estudo da Bíblia (o único momento que você tem segurado a Bíblia em suas mãos, para dela retirar algum ensinamento, tem sido apenas na hora do sermão, no sábado pela manhã? Ou talvez você nem mesmo esteja mais levando a Bíblia para a Igreja?);
- Freqüência à Igreja e suas atividades (os cultos têm se tornado desinteressantes para você? Tem sido muito mais “legal” ficar em casa assistindo TV, ou sair para passear com os “amigos”?).

Quando um jovem inicia o caminho de volta para "Tessalônica", como Demas fez, ele começa a pensar que a Igreja já não desperta mais o seu interesse como antes. Começamos a ver todos como “hipócritas”, achamos que Deus não é tão real quanto a Igreja prega, pensamos que há mais alegria e vantagens em viver longe do “jugo” que a religião nos impõe.

Por fim... vem o abandono da fé, a apostasia total, pois... estamos agora novamente amando o presente século. Retornamos àquela antiga vida de pecados e busca pelo que o mundo pode oferecer hoje, sem importar-se com o amanhã.

Mas, é possível para o jovem Demas (ou Gilson, Marcos, Helena, Maria, José, João, Eduardo, Gabriel, Glória...) se prevenir contra esta volta ao “amor” do mundo?

Felizmente sim, é possível! O próprio Paulo dá a receita:

“Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino, mostra integridade, reverência, linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado, não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito” (Tito 2:6-8).

Que maravilhoso conselho, tanto para o jovem Tito, quanto para Demas, para mim e para você!

Devemos buscar cada vez mais uma vida de cristianismo prático, sem teorias vazias. Não podemos vacilar quanto ao estudo progressivo e aprofundado da Palavra de Deus e do Espírito de Profecia. Também é essencial nossa participação ativa em todas as atividades oferecidas pela Igreja (já se inscreveu para algum Pequeno Grupo em 2009?), pois só assim poderemos aumentar a fé e o conhecimento na teologia divina.

Outra ferramenta infalível é nunca descuidar por muito tempo da comunhão sincera e prazerosa com o Autor de nossa fé. Dedique diariamente um tempo especial, só dividido entre você e Jesus.

Você verá como sua vida espiritual vai adquirir novo brilho... e o amor ao mundo jamais conseguirá ofuscar o sentimento verdadeiro que você sentirá pelo nosso maravilhoso Amigo - Jesus.

Muitos estão caindo no mesmo erro de Demas. Mas você e eu não precisamos estar entre eles. Deus coloca meios para nos prevenirmos da armadilha da apostasia.

Talvez, através desta simples reflexão, você tenha percebido que está quase no mesmo caminho de Demas, um caminho sem volta, que o está levando para longe de Deus.

Pare agora, e deixe que Deus o ajude a retornar para perto dEle, e apagar de seu coração este “amor” que falsamente o mundo tenta apresentar a você.

Estou torcendo por sua vitória...

Fonte: Blog do Prof. Gilson Medeiros
(http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/2009/04/ele-amou-o-presente-seculo.html)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Dia da Mentira

O dia 1 de abril é uma data tradicionalmente associada a enganos e mentira, um pouco por todo o mundo, embora não seja um feriado oficial por este motivo.

O título que lhe é dado difere entre expressões como dia dos loucos (EUA), engano de abril (Espanha), dia dos bobos (Brasil), peixe de abril (França), etc.. Em Portugal, é conhecido como dia da mentira.

Não é totalmente certa a origem desta ocasião e da associação que se lhe faz. Os dados disponíveis mais concretos podem ser encontrados aqui. Normalmente, na passagem deste dia, tanto indivíduos como até mesmo orgãos de comunicação social arranjam um fato supostamente verosímel para fazer passar por verdade. O dia seguinte é usado para desmentir os casos falsos.

Esta data, completamente trivial, faz-me lembrar de um grande mentiroso, o mais famoso de todos, que desde há muito tempo faz da mentira o seu estilo de vida.

A Bíblia denuncia-o nos seguintes termos: 'vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira' (João 8:44).

O diabo, noutras passagem identificado como Satanás, o anjo caído (Apocalipse 12:9), ou o inimigo (Mateus 13:39), entre outros, é, por excelência e conceito, o autor, promotor e agente da mentira.

No entanto, não quero com isto dizer que o dia 1 de abril lhe é dedicado, nem tampouco invoque qualquer espécie de adoração, pois não é de todo isso que a história sugere.

Mas, se existe um autor da mentira, será que existe também um autor, alguém que personifique a verdade? A resposta é: 'disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida...' (João 14:6). Na sua mais famosa oração, Jesus reafirmou que tudo que vem de Deus é a verdade, quando disse: '... a Tua palavra é a verdade' (João 17:17).

Tem toda a lógica: se Satanás, o inimigo de Deus é o pai da mentira, Jesus, como Filho de Deus e um com o Pai, é a Verdade.

Poderemos achar injusto que a mentira tenha um dia marcado no ano e a Verdade não tenha. Mas, não é esse o caso, pois a Verdade tem 52 dias especiais no ano!

Vejamos: 'porque o Filho do homem (n.d.r.: Jesus) até do Sábado é Senhor'. Logo, cada Sábado é o dia da Verdade!

Fonte: Blog Tempo Final
(http://otempofinal.blogspot.com/2009/04/dia-da-mentira.html)